Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

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O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Todos eles deixaram escritos seus testemunhos sobre Luisa Piccarreta, mas se limitaram ao essencial, por um certo sentimento de pudor.



Isa Bucci e Luisa Piccarreta

Frequentavam a casa de Luisa minhas irmãs Luisa, Maria, Gemma, e meus irmãos Agostino, Luigi e também o mais novo da família, Giuseppe, chamado Peppino.

Todos eles deixaram escritos seus testemunhos sobre Luisa Piccarreta, mas se limitaram ao essencial, por um certo sentimento de pudor. Com efeito, eu estou a par de outros acontecimentos que se narravam na família.

Minha irmã Luisa, a mais velha, era quem mais frequentava a Serva de Deus, não como aprendiz, senão em qualidade de sobrinha de minha tia Rosaria.

Ela, em várias ocasiões, ajudava Angelina e a minha tia Rosaria nos afazeres domésticos e tinha com Luisa uma relação de grande familiaridade.

Com efeito, foi ela quem cuidou de Luisa, de noite, durante sua última enfermidade. Quando o médico assegurou que Luisa tinha morrido, foi ela quem tomou a iniciativa de desvesti-la, de revesti-la e de tentar encostá-la sobre a cama.

Isto é o que disse quando veio para casa: «Ao morrer Luisa se sentia um clima meclado de veneração e temor. Ninguém se atrevia a tocá-la.

Minha tia Rosaria e Angelina saíram, chorando, do quarto de Luisa. Eu tratei de encostá-la na cama, mas a operação me resultou impossível.

Com efeito, ou levantava as pernas ou abria a boca, como se quisesse dizer: "Deixai-me assim". Então, propus aos presentes, entre os quais estava sua sobrinha Giuseppina, que a trocariáramos em seguida, antes que chegasse a rigidez.

Isso é o que fizemos. Logo, a trasladamos ao quarto contíguo, onde se preparou uma espécie de caixão totalmente branco.

O que mais me surprendeu foi que ao trasportá-la tive a impressão de que Luisa não pesava nada.

Assim compreendi porque, muitas vezes, minha tia Rosaria com suma facilidade a punha no colchãzinho, quando lhe arrumava a cama.

Sobre o peito de Luisa pusemos uma espécie de babador com o lema FIAT e a cruz das terciárias dominicanas».

A camisola que tiraram de Luisa, foi dobrada por minha irmã e levada para minha tia Rosaria, que lhe disse: «Leva-a para casa». Esta camisola agora é propiedade de minha irmã Gemma.

A cruz das terciárias dominicanas, que Luisa levava em seu leito de morte, depois de tirar do cadáver no dia da sepultura, minha tia Rosaria sempre a levou em cima. Agora a tenho eu e a guardo zelosamente.

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