Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO
O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

sábado, 29 de setembro de 2012

Seu primeiro salário como ator de Bollywood, para a Madre Teresa de Calcutá.


ReligionenLibertad.com



Akash Mukherjee é um fã de Cristiano Ronaldo

Seu primeiro salário como ator de Bollywood, para a Madre Teresa

Depois de sua interpretação em um filme em língua bengali, o menino recebeu  um cheque por 100.000 rúpias (uns 1500 euros). Em seguida soube o que fazer com ele.


 Carmelo López-Arias / ReL - 5 septiembre 2012 - religionenlibertad.com

Nestes dias os meios de comunicação da Índia recolheram a história de Akash Mukherjee, uma jovem promessa de Bollywood que com só 10 anos de idade acaba de terminar seu primeiro filme.

Ainda não foi estreado, se intitulará  "A historia de um menino solitário", foi rodada em língua bengali e conta como um menino supera sua solidão mediante o esforço de quem o rodeia.

Mukherjee faz um papel muito relevante, e seu salário vai em consonância: 100.000 rúpias, que ao câmbio são aproximadamente 1.500 euros. Que, além disso, nem ele nem seus pais esperavam. Mas quando Akash soube que sua participação no filme ia ser remunerada, não duvidou sobre o destino do dinheiro: as Missionárias da Caridade de sua cidade, Calcutá. Por causa da circunstância de que o menino nasceu em 26 de agosto, como a Madre Teresa, e por quem sente uma grande devoção.

Que seja um bom homem
Estuda no quinto ano do primário na escola jesuíta São Xavier, onde seus professores, segundo afirma UCANews, têm um grande conceito dele. Durante o tempo de rodagem teve que tornar compatível suas obrigações como aluno com uma incipiente carreira de ator que seus pais, de todas as formas, não vão fomentar artificialmente: "É muito cedo para saber o que queremos que seja mais velho, à parte de ser um bom homem", declarou seu pai, Gora, à TNN. Ele e sua esposa Manisha, que deixou seu trabalho para cuidar de Akash ("não lamento essa decisão nem por um segundo", afirma ela), educaram o menino na generosidade.

"Queria compartilhar meus primeiros ganhos com os meninos da cidade menos afortunados que eu. Gostaria também de comprar algo aos meus pais, mas creio que podem esperar outra ocasião", explica com humor.

Fruto de uma boa semente
Essas boas intenções foram plantadas anos atrás. Gora e Manisha quiseram inculcar desde pequeno o costume de compartilhar. Quando celebrou seu quinto aniversário, lhe levaram a um centro das Missionárias da Caridade, e ali celebrou com os meninos internos levando-lhes seus próprios brinquedos e uma torta. Depois o  repetiram todos os anos. E mesmo que a Akash lhe tenha custado desprender-se das coisas que lhe eram muito queridas, sempre se sentiu alegre: "Ao ver que se iluminava o rosto recebendo coisas que não tinham, me sentia bem".

Então se sentiu feliz também em entregar o cheque de 100.000 rúpias pessoalmente à Irmã Prema, a religiosa alemã que em 2009 sucedeu à Irmã Nirmala como superiora geral das Missionárias da Caridade, que lhe ensinou a casa geral. "Que pequeno! Como podia viver ali?", comentou Akash quando Sóror Prema lhe mostrou o quarto onde a Beata Teresa de Calcutá (1910-1997) viveu quase toda sua vida.

Para Cristiano, da Cidade da Alegria
No colégio, os professores animam os pais de Akash para que lhe deixem seguir atuando em fins de semana e férias. O menino, por sua parte, interpretou seu papel no filme segundo sua idade: um jogo, como seu outro jogo favorito, o futebol. Confessa-se, disse UCANews, um grande admirador de Cristiano Ronaldo.

Nestes dias em que o jogador português confessa estar "triste", lhe chega pois uma notícia reconfortante da Cidade da Alegria.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Famoso exorcista Padre José Antonio Fortea chega ao Peru para falar sobre o demônio.


AciPrensa.com


  

O padre José Antonio Fortea

LIMA, 15 hs 12 mar / 11:01 (ACI) -. O famoso exorcista espanhol, o Padre José Antonio Fortea está no Peru para dar uma série de palestras para falar sobre a natureza do demônio, do inferno, ea possessão demoníaca.

Segundo o Arcebispado de Lima, o padre estará no sábado, em 17 de março às 8:00 horas, na  Paróquia Santa Rosa de Lima , localizada na Julio C. Tello, esquina com Almirante Guisse, no distrito de Lince.

Na palestra aprofundará sobre exorcismo, tentações e outros tópicos relacionados com "os poderes das trevas, incluindo as práticas que parecem inofensivas, mas estão abertas à influência do demônio."

Em declarações à ACI, Gladys Vallejos, coordenadora da Paróquia de Santa Maria de Nazaré, informou que Padre Fortea dará três palestras neste lugar na sexta-feira 16 de março. Às 9:00 am e 7:00 pm às 4:30 pm vai ter uma reunião dedicada apenas aos jovens.

Esta paróquia está localizada na esquina da Rosal e La Magnolia s / n Urbanização Los Sauces no distrito de Surquillo.

Gladys Vallejos também disse que o padre estará no sábado, 16, no Santuário de Maria Rainha Apóstolos em Pachacamac às 9:00 am

O Arcebispo de Trujillo por sua vez, informou o sacerdote encontra esta quinta-feira na cidade nortenha, onde às 11h00 tem um encontro com sacerdotes, seminaristas, religiosos e religiosas, enquanto às 5:30 pm dá uma palestra no Colégio São Vicente de Paulo, localizado na Av. Larco 450, urbanização San Andrés.

Padre Fortea nasceu em Barbastro Fortea (Espanha) em 11 de outubro de 1968. Ele estudou teologia na Universidade de Navarra. Ele foi ordenado em 03 de julho de 1994.

Graduou-se na especialidade de História da Igreja na Faculdade de Teologia em Comillas. Em 1998 defendeu sua tese de "O exorcismo dos tempos modernos" em Roma, liderado pelo padre Juan Antonio Martinez Camino, bispo auxiliar de Madri e atual Secretário Geral da Conferência Episcopal Espanhola.

O trabalho mais conhecido do Fortea Pai é "Summa daemoniaca", um tratado sobre demonologia e manual de exorcismo, avaliado o assunto tratado na maior parte deste século abrangente.

Mais informações sobre a paróquia de Santa Maria de Nazaré http://www.parroquia-santamaria.org/home.htm

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A alma está aprisionada no corpo, mas é a que mantém a coesão do corpo; e os cristãos estão detidos no mundo como em uma prisão, mas são os que mantém a coesão do mundo.




CARTA A DIOGNETO

 

I. Refutação do politeísmo.

Uma vez que te purificastes de todos os prejuízos que dominam tua mente e te libertastes de teus hábitos mentais que te enganam, fazendo-te como um homem radicalmente novo podes começar a ser ouvinte desta que tu mesmo confessas ser uma doutrina nova.

Olhe, não só com teus olhos, mas também com tua inteligência qual é a realidade e mesmo a aparência disso que vós credes e dizeis ser deuses. Este é uma pedra como as que pisamos; o outro é um pedaço de bronze, não melhor que aquelas que se usa nas cerâmicas de nosso uso ordinário; outro é de madeira, que ainda está já podre; outro é de prata, e necessita de um guarda para que não o roubem; outro é de ferro e a ferrugem o corrompe; outro é de argila, em nada melhor que a que se usa para nos utensílios mais vis. Não são todos eles feitos de matéria corruptível?...

Não foi o escultor aquele que os fez, ou o ferreiro, ou o ouríves ou o oleiro?... Não são todos eles coisas surdas, cegas, inanimadas, insensíveis, imóveis? Não se apodrecem todas? Não se destróem todas? Isto é o que vós chamais deuses, e a eles vos escravizais, a eles adorais, para acabar sendo como eles. Por isso aborreceis os cristãos, porque não creem que isso sejam deuses?... 1


II. Refutação do judaísmo.

Por que os cristãos não praticam a mesma religião que os judeus? Os judeus, enquanto se abstém da idolatria e adoram a um só Deus de todas as coisas e que o tem por Senhor soberano, pensam retamente. Mas se equivocam ao querer tributar-lhe um culto semelhante ao culto idolátrico do qual temos falado.

Porque os gregos mostram ser insensatos ao apresentarem suas oferendas à objetos insensíveis e surdos; mas estes fazem o mesmo, como se Deus tivesse necessidade delas, o qual mais parece próprio de loucura que de verdadeiro culto religioso. Porque aquele que fez «o céu e a terra e tudo o que neles se contém» (Sal 145, 6) e que nos dá tudo o que nós necessitamos, não tem necessidade absolutamente de nada, e é ele que proporciona as coisas aos que imaginam dá-las...

Não é necessário que eu tenha de te informar acerca de seus escrúpulos a respeito dos alimentos, sua superstição no referente ao sábado, seu gloriar-se da circuncisão e sua simulação em matéria de jejuns e novilúnios: tudo isso são coisas ridículas e indignas de consideração. Como não temos de ter por ímpio aquele que das coisas que Deus criou para os homens se tomem algumas como bem criadas, enquanto que se rechaçam outras como inúteis e supérfluas? Como não é coisa irreligiosa caluniar a Deus, atribuindo-lhe que ele nos proíbe que façamos alguma coisa boa  no sábado?

Não é digno de irrisão o gloriar-se na mutilação da carne como sinal de escolha, como se com isto já tivessem que ser particularmente amados de Deus?... Com isto penso que terás visto suficientemente quanta razão tem os cristãos para apartar-se da geral idiotice e erro e das muitas observações e do orgulho dos judeus.


III. Os cristãos no mundo.

Quanto ao mistério da religião própria dos cristãos, não esperes que a poderás compreender de algum homem. Os cristãos não se distinguem dos demais homens nem por sua terra, nem por sua língua, nem por seus costumes. Com efeito, em lugar algum estabelecem cidades exclusivas suas, nem usam língua alguma estranha, nem vivem um gênero de vida singular.

A doutrina que lhes é própria não foi achada graças a inteligência e especulação de homens curiosos, nem fazem profissão, como alguns fazem, de seguir uma determinada opinião humana, mas habitando nas cidades gregas ou bárbaras, segundo a cada um lhe coube na sorte, e seguindo os usos de cada região no que se refere a vestimenta e a comida e as demais coisas da vida, se mostram vivendo um teor de vida admirável e, por confissão de todos, extraordinária. Habitam em suas próprias pátrias, mas como estrangeiros; participam em tudo como os cidadãos, mas suportam tudo como estrangeiros; toda terra estranha lhes é pátria, e toda pátria lhes é estranha.

Casam-se como todos e engendram filhos, mas não abandonam os nascidos. Põem mesa comem, mas não leiteo. Vivem na carne, mas não vivem segundo a carne. Estão sobre a terra, mas sua cidadania é a do céu. Submetem-se às leis estabelecidas, mas com sua própria vida superam as leis.

Amam a todos, e todos os perseguem. Se os desconhece, e contudo se os condena. São levados à morte, e com isso recebem a vida. São pobres, e enriquecem a muitos (/2Co/06/10). Falta-lhes tudo, mas lhes sobra tudo. Desonram-nos, mas se gloriam na mesma desonra. São caluniados, e nisso são justificados. «Se alguém os insulta, eles os abençoam» (1 Cor 4, 22). Se alguém os injuria, eles dão honra. Fazem o bem, e são castigados como malvados. Diante da pena de morte, se alegram como se se lhes desse a vida. Os judeus lhes declaram guerra como a estrangeiros e os gregos lhes perseguem, mas os mesmos que lhes odeiam não podem dizer os motivos de seu ódio.

Para dizê-lo com brevidade, o que é a alma no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está espalhada por todos os membros do corpo, e os cristãos o estão por todas as cidades do mundo. A alma habita certamente no corpo, mas não é do corpo, e os cristãos habitam também no mundo, mas não são do mundo. A alma invisível está na prisão do corpo visível, e os cristãos são conhecidos como homens que vivem no mundo, mas sua religião permanece invisível.

A carne aborrece e faz guerra à alma, mesmo quando nenhum mal  recebeu dela, só porque lhe impede de entregar-se aos prazeres; e o mundo aborrece os cristãos sem ter recebido mal algum deles, só porque renunciam aos prazeres. A alma ama a carne e os membros que a odeiam, e os cristãos amam também os que lhes odeiam. A alma está aprisionada no corpo, mas é a que mantém a coesão do corpo; e os cristãos estão detidos no mundo como em uma prisão, mas são os que mantém a coesão do mundo.

A alma imortal habita em uma tenda mortal, e os cristãos têm seu alojamento no corruptível enquanto esperam a imortalidade nos céus. A alma melhora com os maus tratos em comidas e bebidas, e os cristãos, castigados de morte todos os dias, não fazem senão aumentar: tal é a responsabilidade que Deus lhes assinalou, da qual não seria lícito para eles desertar.

Porque, o que eles têm por tradição não é invenção humana: se se tratasse de uma teoria de mortais, não valeria a pena uma observãncia tão exata. Não é a administração de mistérios humanos o que se lhes foi confiado. Pelo contrário, aquele que é verdadeiramente onipotente, criador de todas as coisas e Deus invisível, Ele mesmo fez vir dos céus sua Verdade e sua Palavra santa e incompreensível, fazendo-a morar entre os homens e estabelecendo-a solidamente em seus corações.

Não enviou aos homens, como talvez alguém pudesse imaginar, a um servidor seu, algum anjo ou potestade das que administram as coisas terrenas ou algum dos que têm encomendada a administração dos céus, mas o mesmo artífice e criador do universo, aquele que fez os céus, aquele por quem encerrou o mar em seus próprios limites, aquele cujo mistério guardam fielmente todos os elementos, de quem o sol recebeu a medida que há de guardar em sua corrida diária , a quem obedece a lua quando lhe manda brilhar na noite, a quem obedecem as estrelas que são el séquito da lua em sua corrida; aquele por quem tudo foi ordenado, delimitado e submetido: os céus e o que neles se contém, a terra e quanto na terra existe, o mar e o que no mar se encerra, o fogo. o ar, o abismo, o que está no alto, o que está nas profundezas e o que está no meio. À este enviou Deus aos homens.

Então, o enviou, como algum dos homens poderia pensar, para exercer uma tirania e para infundir terror e espanto? Certamente não, mas que o enviou com bondade e mansidão, como um rei que envia a seu filho rei, como homem o enviou aos homens, como salvador, para persuadir, não para violentar, já que não se acha em Deus a violência. Ele o enviou para convidar, não para perseguir; para amar, não para julgar. Já chegará o dia em que o envie para julgar, e então quem será capaz de suportar sua presença?...

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http://www.ewtn.com/library/spanish/cartadiogneto.htm
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O homem deu na estranha loucura de crer que Deus é uma mera «estrutura de sua consciência». E uma religião assim acaba esgostando-se; pois não vê a grandeza infinita de Deus encarnada nas realidades seculares.


ReligionenLibertad.com


Brinquedos quebrados


Juan Manuel de Prada - 2 agosto 2012 - religionenlibertad.com

Perguntava Olegário Gonzalez de Cardedal, em um magnífico terço, se Deus é um brinquedo quebrado, tal como aventura-se o super valorizado Terno Galvan. Deixando à parte a afirmação de Terno (que nem sequer tem a grandeza desesperada do deicida Nietzsche e mais parece ocorrência de ateísta estufado como repolho) e aceitando que -como assinalava nosso muito querido teólogo- «a realidade infinita de Deus transborda sempre nossa compreensão», quisera adicionar algumas humildes considerações complementárias às que González de Cardedal exibia em seu artigo.

Concluia nosso autor que, se bem que a presença social do religioso diminuiu nas últimas décadas, a necessidade de Deus se mantém intata: «A religião desistiu de ser política para ser relação pessoal e comunitária com Deus que ilumina toda a vida humana», afirmava com otimismo. Porém a frase nos deixa um certo gosto de insatisfação: não só porque as expressões «política» e «comunitária» sejam em sua origem quase sinônimas ( e embora estejamos conscientes de que na linguagem atual e intenção do autor tentar descrever realidades diferentes, a verdade é que tais realidades são necessariamente relacionadas), mas também porque, uma vez que a religião desistiu da política, muito mal pode «iluminar toda a vida humana», da qual a política é parte consubstancial. O que ocorreu, bastante, é que a religião  desistiu, com efeito, da política (e da economia, e da ciência, e da arte, e da cultura, e de tantas e tantas outras realidades seculares); e, inevitavelmente, se ficou prisioneira no âmbito da conciência, deixando de «iluminar a vida inteira».

O realismo tomista sempre teve claro que as realidades seculares eram autônomas da religião, mas subordinadas a ela, como os planetas que giram em órbitas concêntricas em torno ao sol. Em nosso tempo, pelo contrário, tais realidades seculares se negam a receber a luz solar -sobrenatural- que a religião lhes prestava; e assim se converteram em planetas tenebrosos de órbita errática, enquanto a religião, confinada na consciência, ficou reduzida à idéia ou sentimento, emoção ou estado espiritual...  que é reconhecida, no máximo, certo valor consolador, como a qualquer outro placebo; mas de modo algum o valor de iluminar a vida inteira.

Este confinamento da religião na «estrutura da conciência» e sua retirada da política explica a situação atual, que Leão XIII delineia profeticamente em sua encíclica Inescrutabili Dei: «Supressão geral das verdades mais altas; altivez dos caracteres que não suportam autoridade legítima; uma causa permanente de dissensões que não cessa de produzir lutas atrozes entre eles; desprezo às leis que regem os costumes e protegem a justiça; impensada administração e dispêndio dos bens públicos; a falta de vergonha dos que, ao tempo que cometem os maiores atropelos, tentam apresentar-se como os defensores da pátria, da liberdade e do direito; a peste mortal que se insinua como uma serpente por todas as classes da sociedade e não lhe deixa nem um momento de repouso, preparando-lhe novas revoluções e desenlaces calamitosos».

O homem deu na estranha loucura de crer que Deus é uma mera «estrutura de sua conciência». E uma religião assim acaba esgostando-se; pois não vendo a grandeza infinita de Dios encarnada nas realidades seculares, o homem entabola com o Deus de sua conciência uma «relação pessoal» que, ou bem degenera em puro emotivismo, ou bem se converte em relação familiar «de tu a tu», a qual cria um deus à sua medida. Assim os homens se convertem em brinquedos quebrados.

www.juanmanueldeprada.com

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