Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO
O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

sábado, 28 de junho de 2014

A beleza da música, a liturgia e a Regra de São Bento levaram David para a Igreja Católica.

ReligionenLibertad.com 

Em uma abadia sentiu a presença de Deus
La belleza de la música y liturgia y la Regla de San Benito llevaron a David a la Iglesia Católica
A beleza da música, a liturgia e a Regra de São Bento levaram   David  para a Igreja Católica.

David Ozab com sua filha Anna... antes de tornar-se católico em 2011, decidiu aplicar o espírito da Regra de São Bento em sua vida como esposo e pai

P.J.G./ReL - 17 junho 2014 - religionenlibertad.com  

David Ozab vive em Eugene, Oregon, e entrou na Igreja Católica em 2011. Em criança foi batizado como episcopaliano (anglicanos dos Estados Unidos, nas formas e ritos dos protestantes mas parecidos com o catolicismo), mas sua família não era muito praticante.

David é músico e considera que Deus  foi guiando   sua vida espiritual “com sussurros”. Um primeiro sussurro, por exemplo,  escutou sendo um jovem estudante do instituto. Sua mãe o presenteou com um livro de segunda mão cheio de desenhos sobre a história dos barcos. 

Quando o abriu, uma estampinha do Sagrado Coração  deslizou entre seus dedos. Ele não sabia nada desta devoção, sua simbologia nem seu sentido católico: só   parecia uma imagem bonita. “Se você quiser pendurar esta imagem faça um buraco aqui”, se lia em certo ponto. E durante toda sua vida a levou   onde fosse: ainda pendura junto a sua cama.

A música clássica e sacra
David crê que Deus também o guiou ao dar a ele a coragem para anunciar aos seus pais que ia  estudar música no “conservatório” e não em uma academia externa. A primeira opção o faria  entrar  na música clássica e regrada. A segunda, suspeita, o teria levado para um mundo alternativo, talvez de música noturna, álcool e clubes.

Na escola de música David se submergiu nas grandes composições sacras de Beethoven, Mozart, Palestrina… cujas obras mais sublimes eram as missas. Ele só  ia  de vez em quando à paróquia episcopaliana, mas o que via –procissão de entrada, santus, agnus dei, etc…- encaixava com o estudo e o que cantava nos coros. A beleza da liturgia de séculos antigos o seguia em sua vida civil e profissional.

Depois conheceu a Júlia,  que seria sua esposa. Ela era católica e sua fé a tinha ajudado em momentos muito difíceis. De novo, a via da beleza o fez pensar em Deus: “soube que Deus criou sua beleza física e também nutriu as sementes da fé que floresciam em sua beleza espiritual”.

A primeira Missa
Julia o animou a acompanhá-la em uma “Missa do Galo”, e aquilo funcionou como um primeiro despertar religioso. 

David começou a ir a uma paróquia episcopaliana, por ser a igreja de seu batismo e infância. Sua liturgia era do estilo “high church”: solene, ritual, música sacra, incenso… 

Em poucas semanas  comprou uma cópia do Livro de Oração Comum,  que se usa em toda a liturgia episcopaliana, e o usou para rezar cada dia por sua conta. “Sua bela linguagem me atraía, criando um espaço silencioso e orante em meu coração onde podia falar com Deus sem me preocupar  com as palavras exatas”.

A conexão com São Bento
Depois aprendeu que parte da origem deste livro, com seu ritmo de orações em distintos momentos do dia, era herdeiro da vida monástica, e mais  concreto da forma em que São Bento tinha criado as primeiras comunidades orantes de monges, com suas horas e divisões do dia, em princípios do século VI. 

Isso o fez querer conhecer mais esse estilo de vida. Pôs-se a ler a Regra de São Bento. 

“No princípio me parecia algo distante. Eu não era um monge, para que queria saber os horários de comida e a organização do sono em um monastério? No entanto, com tempo e ajuda comecei a ver a beleza simples das sugestões práticas de São Bento. Um amor simples e sacrificado: disso se tratava. Não necessitava seguir a Regra como um monge, mas me sentia impulsionado a manter o espírito da Regra como esposo e pai”.

Uma experiência na abadia
Tendo experimentado esse espírito, começou ir a um retiro anual na abadia beneditina de Mount Angel, a 90 minutos de sua casa. É uma abadia muito viva, fundada há 125 anos, com mais de 50 monges. 



Abadia beneditina de Mount Angel, no Oregon

“Ali na igreja da abadia, imerso nos cantos das horas monásticas e ajoelhado diante de um ícone de Cristo sobre p Tabernáculo, irrompi em pranto comovido pela beleza de Sua Presença. Deus me abraçou. Sempre esteve ali, mas eu agora   sabia”.

A experiência diante do Sacrário, a proximidade com os monges, a estampinha do Sagrado Coração junto a sua cama… todo assinalava a Igreja católica como o lar preparado para ele. 

Deus na capela
Ingressou no RCIA, o curso habitual nas paróquias americanas que querem aderir à Igreja como ele. Na primeira sessão, os cursilhistas visitaram uma capela com o Santíssimo exposto.

“Havia gente em oração silenciosa, de joelhos. Também eu me ajoelhei e fiz o sinal da cruz. Ao fazê-lo, senti uma onda de eletricidade que me percorria, e por fim reconheci a voz que sempre tinha ouvido. Encontrei meu amor, minha fé e minha igreja. Deus me salvou através de belos sussurros”, concluiu seu testemunho no Why I’m Catholic.  

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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Era um hindu «não satisfeito» e sua noiva lhe apresentou Cristo... hoje é católico por sua catequese.

ReligionenLibertad.com

Jason Jaysharmah, oficial da marinha de origem indiana.

Era un hindú «no satisfecho» y su novia le presentó a Cristo... hoy es católico por sus catequesis
 Um casal de namorados

Era um hindu «não satisfeito» e sua noiva lhe apresentou   Cristo... hoje é católico por sua catequese

AsiaNews - 3 maio 2014 - religionenlibertad.com 

"Minha conversão não foi uma mudança de religião, mas uma mudança radical do coração" e as razões residem por acreditar em ter abraçado "a única e verdadeira fé". Porque "se o cristianismo fosse uma religião entre muitas", logo "meus sacrifícios não teriam nenhum sentido". Em troca, foram " a verdade e o amor" as forças que "me empurraram para aceitar  Cristo" como "meu Senhor". Isto é o que explica Jason Jaysharmah, oficial da marinha de origem indiana, antes um hindu teimoso que vinha de uma família rica, que na Malásia  decidiu se converter ao catolicismo.

Seguiu o caminho da iniciação cristã de adultos na igreja da Divina Misericórdia em Shah Alam, capital de Selangor, um dos 13 estados que  formam o país asiático. O semanário católico Herald Malásia  contou a história, desde o primeiro encontro - por amor - com o cristianismo, até a decisão de ser batizado.

Em paz com a identidade cultural hindu
Oficial de la Marinha, Jason Jaysharmah diz que é "orgulhoso de minha identidade como indiano", disse que está "completamente em paz com minha identidade cultural hindu"; a família de origem não  acolheu com satisfação a decisão de abraçar o catolicismo, uma opção "livre" e "ninguém me empurrou ou me ameaçou com a força".

"Meus pais nunca  aceitaram minha escolha - disse - e de alguma maneira se sentem feridos e rechaçados [... mas, na realidade] agora estão felizes porque   respeitam minha decisão".

Sua mulher foi fundamental em sua conversão
Ele vem de uma família rica, e graças à profissão tem uma fonte de renda substancial. E o primeiro encontro com a fé cristã, disse, é o resultado do amor de uma mulher (católica, conhecida em sua cidade natal) e que agora se  converteu em sua esposa. O filho mais velho de três irmãos, a pouco teve "o atrativo da religião", mas das explicações recebidas dos pais na religião hindu "não se sentia satisfeito" e " encontrei-me desejando algo mais".

Ele fala da fé católica como "uma relação com Deus através de Jesus, em lugar de uma religião", e é por esta razão que descreve a conversão "não como uma mudança de religião, mas  como uma mudança radical de coração".

Numa reunião que houve há quase dois anos, "quando vi pela primeira vez minha noiva, um  católico devoto em minha própria cidade natal". Suas famílias não deram seu consentimento para o matrimônio, dos dois futuros esposos, porque pertenciam a diferentes religiões, explica Jason, "Não tinha nem ideia de se converter  ao catolicismo". Depois, com o tempo,  chegou a decisão de se aprofundar nas Escrituras, no Evangelho e no  Antigo Testamento com sua esposa.

Uniu-se ao caminho de iniciação cristã adulta, mas  pôde assistir só  a lição introdutória por causa do trabalho no mar. Portanto, foi a esposa que lhe fez o curso durante longas conversas telefônicas, "enquanto  eu estava em mar aberto".

"É ela - acrescentou - meu livro da fé". Durante as viagens leu a Bíblia e viu o filme sobre a vida de Jesus, tratando de averiguar a razão porque muitos, antes dele, decidiram se converter ao catolicismo". No entanto, as razões eram mais de caráter intelectual", concluiu o homem, e só  graças à relação com sua esposa e sua experiência pessoal de fé e na vida diária, que entendeu "as verdadeiras razões" que o levaram "a aceitar   Cristo como Meu Senhor".


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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Junho, o Mês do Amor. O Coração de Jesus preside este dourado mês de junho e o Coração de Jesus é e será eternamente o centro de todos os amores.



O mês do amor

O Coração de Jesus preside este dourado mês de junho e o Coração de Jesus é e será eternamente o centro de todos os amores. 
«Rei e centro de todos os corações», invoca a Igreja. O amor é a grande força que move o mundo, o poder misterioso, oculto, difícil de explicar, mas positivamente eficaz, o único eficaz. O ódio, tão demolidor às vezes, não realiza nada, mas é um amor ao revés.

«Meu amor é o peso que me leva, por ele sou arrastado aonde quer que vá», disse com frase lapidária Santo Agostinho. Muito se tem escrito sobre o amor. Muito se seguirá dizendo e escrevendo até o fim dos tempos. A matéria é inesgotável. Mas todos os amores empalidecem e diminuem diante deste gigante amante que é Cristo. Amor foi sua vida, amor sua morte, amor suas palavras, amor seus exemplos, amor seu tempo, amor sua eternidade.

Que diferente seria o mundo se conhecessem tal como é a formosura do amor de Jesus! Não haveria então olhos de homens capazes de ser hipnotizados por esses fogos fátuos, enganosos e caducos sempre, que se acendem às vezes nas noites de febre de nossa imaginação enferma. Diante desta chama divina, inextinguível, mais formosa e rutilante que quanto mais se olha, mais se alegra, essas luzinhas de artifício se extinguiriam sem remédio.

Amor dos amores, Jesus Divino, que vieste ao mundo para ensinar-nos a amar, semeando teu coração nos sulcos baldios dos peitos humanos tantas quantas vezes te dás na Santa Hóstia, faz-nos entender de uma vez, o que é o amor. 

Quanto fastio, quanto vazio, quanto remorso, quanta podridão atrás do amor humano, que não vem a ser mais que um disfarce do egoísmo mais feroz! Fartura, plenitude, paz, alegria, limpeza do amor de Deus, que eleva, que dignifica, que espiritualiza. Será possível a  mínima vacilação entre estes dois extremos?

Coração de Jesus, verdadeiro amante dos horríveis, neste teu mês, escolhido  por Ti, para dar-te a conhecer e fazer-te honrar como Amor desprezado e desconhecido, volte outra vez a passar pelo mundo, como uma chuva de fogo que acende e transforma os corações.

Fr. Antônio de Pádua