Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO
O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Enquanto estava assinando no «famoso decreto», mons. Regime ficou repentinamente afetado por uma paralisia parcial.



"Memórias da Serva de Deus Luisa Piccarreta"

O bispo curado

Corria o ano de 1917. O novo arcebispo de Trani, mons. Regime, talvez por influência de uma parte do clero que não só não dava importância a tudo o que acontecia a Luisa Piccarreta, mas manifestava abertamente sua hostilidade para com a Serva de Deus, havia preparado um decreto muito rígido com respeito à Luisa: nele se proibia aos sacerdotes ir à sua casa e celebrar ali a Santa Missa, privilégio concedido a Luisa pelo Papa Leão XIII e confirmado pelo Papa Pio X, em 1907.

Esta disposição se devia ler em todas as igrejas da diocese.

Eis aqui como se desenrolaram os fatos.

Enquanto estava assinando no «famoso decreto», mons. Regime ficou repentinamente afetado por uma paralisia parcial. Quando foi auxiliado pelos sacerdotes presentes no sucedido, com diversos sinais lhes deu a entender que queria ser levado para casa de Luisa.

Minha tia Rosaria descreveu assim este singular episódio:

«Eram cerca das onze horas, quando escutamos o ruído de uma carroça que se deteve exatamente embaixo do portão da casa de Luisa. Eu fui à varanda para ver quem era e comprovei que eram três sacerdotes, um dos quais era transportado quase nos braços pelos outros dois. Luisa me disse: "Abre a porta, que vem o bispo". Com efeito, detrás da porta se achava mons. Regime, sustentado por outros dois sacerdotes. -Provavelmente o vigário e o chanceler da Cúria de Trani-. O bispo pronunciava palavras incompreensíveis. Em seguida o acompanharam ao quarto de Luisa. Era a primeira vez que ia à casa da Serva de Deus, a qual, apenas o viu, lhe disse: "Excelência, abençoa-me". O bispo levantou o braço, como se nada houvesse sucedido anteriormente, e a abençoou. Estava completamente curado!

Mons. Regime permaneceu no quarto de Luisa, em conversa secreta, cerca de duas horas, e, com surpresa de todos, especialmente dos sacerdotes presentes, saiu do quarto sorrindo. Abençoou aos presentes e se foi».

Se tentou manter em segredo esse acontecimento e se conseguiu com respeito à maior parte das pessoas. Enquanto permaneceu em Trani, mons. Regime visitou periodicamente a Luisa Piccarreta, com a qual mantinha conversas espirituais.

No clero esse episódio suscitou um temor sagrado e o santo confessor de Luisa, Gennaro di Gennaro, pode continuar seu ministério com mais serenidade.

 Também Anibal Maria de Francia, depois desse acontecimento, intensificou suas visitas à Serva de Deus.


Nenhum comentário:

Postar um comentário