Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

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O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Uma mãe explicou o que sentiu quando lhe disseram que seu bebê tinha síndrome de Down.

ReligionenLibertad.com 

A jornalista Mar Velasco
Una madre explica qué sintió cuando le dijeron que su bebé era un síndrome de Down

Uma mãe explicou o que sentiu quando lhe disseram que seu bebê tinha síndrome de Down.

Francisco, um menino com síndrome de Down

Luis del Real Espanyol / ReL- 23 março 2014-religionenlibertad.com  

Mar Velasco, colaboradora habitual de Religión en Libertad e professora da universidade CEU-San Pablo, teve seu primeiro filho há três meses. Era um menino muito esperado. Seus pais, Fran e Mar, fizeram muitos planos para o bebê que brilhava. Também seus avós Miguel Angel e Chelo...  e nasceu com uma severa cardiopatia e com síndrome de Down.

Mar Velasco conta na coluna do semanário Alfa y Omega -que com tanta maestria  foi dirigido por seu pai durante 20 anos-, como recebeu a notícia: "Em minha cabeça passavam todos os tópicos recordáveis e em intervalos me invadiam ondas de medo, o medo que produz o monstro do desconhecimento. Que vida levaria meu filho?  Como seguiria adiante?  Quanto e como viveria?  Como se educa  uma criança com síndrome de Down?".

"Rezei em silêncio: ´Senhor, Tu nos destes, dá-nos agora forças para levá-lo adiante´ ".

Passados os três meses, a oração de Mar mudou: "Hoje  percebo  que a oração tinha que ter feito é outra: ´Senhor, dá ao meu filho paciência para suportar  uns pais tão desajeitados, tão frouxinhos e tão ignorantes´". 

O pequeno Fran "nos ensinou a conjugar o verbo amar e a desterrar o adjetivo perfeito em uma sociedade competitiva que tende a rechaçar os mais fracos", diz Mar.

A seguir, o artigo na íntegra de Mar Velasco que  publicou no semanário Alfa y Omega em seu último número:

A gramática do amor

Hoje, na Espanha, existem 35.000 pessoas com síndrome de Down, pessoas que levam anos levantando sua voz serena diante da sociedade, exigindo os mesmos direitos que o resto,  tentando explicar ao mundo que são mais as coisas que nos unem que as que nos distinguem, que têm uma vida plena e feliz, que não precisa  ter medo de trazê-los ao mundo, e que o afã da perfeição é sempre um cálculo imperfeito, soberbo e injusto.

Ensinou-nos a conjugar o verbo amar... Se há um ano tivessem me recordado que o dia 21 de março é o Dia Mundial da síndrome de Down, o teria valorizado durante dois minutos e teria apagado da minha mente, tão cheia dessas coisas que se pensa que são importantes. O ser humano tem a triste capacidade de eliminar rapidamente de registrar o que não lhe afeta de alguma maneira direta, em um egoísta e de certo modo compreensível mecanismo de auto-defesa. 

Este ano, em troca, a mim, a nós, a toda minha família, nos  tocou despertar para a realidade da síndrome de Down, esse grande desconhecido (junto com todas as outras síndromes, incapacidades e enfermidades raras) para a grande maioria.

Aprender o que é a síndrome de Down
Eu fazia parte dessa maioria para quem a síndrome de Down é esse lugar da memória povoado de crianças eternas colhidos da mão de seus pais, afastados nos confins de suas limitações, longe das alegrias do mundo. Mas em apenas três meses -os três meses que completa agora nosso pequeno Francisco-  aprendi  sobre esta síndrome mais que em toda minha vida. Eu li livros, falei com pais, consultei as associações especializadas, espalhadas em todos os rincões da Internet e visto milhares de vídeos até   perceber, por fim, do equívoco que estava.

Serenas lições de vida
-«Deixem de murmurar no corredor e digam-me o que acontece com meu menino».

Francisco, o bebê mais esperado e querido do mundo, acabava de nascer havia apenas algumas horas e estava na incubadora porque necessitava de oxigênio. Nasceu lo, loiro, loiríssimo, até o ponto de surpreender o anestesista, e branquíssimo de pele, até o ponto de indignar  seu pai, um moreno de olhos castanhos que tratava de encontrar nele algum parentesco físico: «Só  tinha herdado as orelhas..!» Após os primeiros momentos de alegria, e ainda na nebulosa que se segue ao parto, o via sussurrar junto com meus pais, em tom sombrio, distante de minha cama. Assustei-me muito.

-«Digam o que acontece com meu menino, tem alguma coisa? É grave?»

Meu marido se aproximou de minha cama, e afogando um soluço, me disse: «Tem traços Down. Francisco tem síndrome de Down...». Surpreendentemente, não me senti triste, mas estava em choque: durante todo a gravidez nos disseram que o menino vinha perfeito. E no entanto, aqui estava Francisco, com sua síndrome e sua cardiopatia severa que tinha que operar em alguns meses. De repente, todos os projectos, ilusões e projetos que alguém gera quando espera  que nasça um filho se desmoronaram. Em minha cabeça passavam todos os tópicos recordáveis e em intervalos me invadiam ondas de medo, o medo que produz o monstro do desconhecimento.  Que vida levaria meu filho? Como seguiria adiante?  Quanto e como viveria? Como se educa uma criança com síndrome de Down? Pensei como são importantes   os pequenos detalhes e a longo prazo nas coisas de Deus: a  princípio,  não entende nada, mas quando, com o passar do tempo, contempla os traços da vida com perspectiva, tudo é coberto com uma nova luz. Rezei em silêncio: «Senhor, Tu nos destes, dá-nos agora forças para levá-lo adiante».

Hoje percebo  que a oração tinha que fazer seria outra: «Senhor, dá ao meu filho paciência para suportar  uns pais tão desajeitados, tão frouxinhos e tão ignorantes». Porque, afortunadamente, temos aprendido algo.

"Ensinou-nos a conjugar o verbo amar"
Francisco se  encarregou de demonstrar-nos que é um bebê que só   se distingue dos demais por um invisível cromossomo a mais. E não  deixou de dar-nos serenas lições de vida. Mesmo sabendo que isto  só começou, Francisco nos ensinou a não projetar além do maravilhoso dia a dia, a desfrutar muito mais das coisas pequenas, dos pequenos resultados conseguidos com um maior esforço, como quando tenta levantar a cabeça em uma simpática luta sem tréguas contra sua hipotonia muscular. Ensinou-nos a dar graças à vida, sem nos preocupar  mais que o justo pelo que possa ocorrer amanhã. E, o mais importante, nos  ensinou a conjugar o verbo amar e a desterrar o adjetivo perfeito em uma sociedade competitiva que tende a rechaçar os mais fracos.
 

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quinta-feira, 13 de março de 2014

Aparições da Virgem em Ruanda (1)"A Virgem ensinou: a importância do rosário, a oração sincera, penitência, amar, ter uma fé viva, conversão, sobretudo um chamado à reconciliação ".

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Aparições da Virgem em Ruanda (1)

Juan Garcia Inza -  1 dezembro 2013 - religionenlibertad.com

Na década de 80 do século XX a Virgem esteve muito ativa. Várias manifestações tiveram lugar nestes anos: Em Garabandal começaram as aparições no ano de 1961, também em Medjugorje, em Prado Novo (El Escorial), em Ruanda, etc., foram nesta década dos anos 80. Seguramente muitos leitores não conhecem bem as aparições tão importantes que tiveram lugar em Ruanda, e que foram aprovadas pela Hierarquia da Igreja. Oferecemos neste post um relato das mesmas que me chegou por e-mail de Jorge Abril.
Em Kibeho (Rwanda) a Virgem se apresentou na língua local convidando à conversão, à oração e ao jejum.
…VER VÍDEOS…

Em 19 de agosto de 1982, mostrou aos videntes terríveis batalhas, rios de sangue, e cadáveres semeados por toda a parte  como aviso do que sucederia e os ruandeses não se convertessem. Estas revelações foram documentadas anos antes do massacre.

Em 1994 aconteceu esse massacre onde morreram mais de um milhão de pessoas.

Em Kibeho (Ruanda), no início da década de 1980, a Virgem   apareceu a sete adolescentes: três delas internas em um pensionato regido pelas Irmãs Benebikira, em um meio pobre, e outras três camponesas e uma pastora.

Os videntes começaram a ter aparições de Jesus e Maria de forma independente,  formando um grupo a partir do passar do tempo e diante da direção que a própria Mãe Celestial lhes brindava.

Segundo o relato dos videntes, a Virgem se apresentou em língua local como «Nyina wa Jambo» -«Mãe do Verbo»-, convidando à conversão, à oração e ao jejum. Esta aparição também se conhece como Nossa Senhora das Dores.



SITUAÇÃO E MOMENTO HISTÓRICO DE RUANDA

Ruanda está situada no centro da África e é um dos países mais pobres do mundo, sendo sua economia essencialmente agrícola. A maior parte de seus habitantes são católicos, enquanto uma porcentagem de pessoas professam cultos africanos e uma minoria é muçulmana.

Por séculos, os Tutsis, gente de altíssima estatura, dominaram os Hutus, sendo as duas tribos predominantes em Ruanda. Uma guerra civil terminou com o domínio dos Tutsis em 1959 e muitos deles saíram exilados para outros lugares da África. Em 1963 os Tutsis exilados invadiram o país com um falso golpe de estado que terminou em uma terrível matança. As rivalidades entre os Hutus levaram a um golpe que levou  Juvenal Habyarimana, católico, à presidência, substituindo  Gregoire Kayibanda, que tinha governado por 11 anos.

Depois de uma invasão e outro golpe  dos Tutsis, se estabeleceu uma democracia multipartidária. Muitas lutas raciais levaram a um acordo de paz em 1993, entre o governo e os rebeldes da Frente Patriótica Ruandesa, liderada pelos Tutsis.

Quando a Virgem apareceu em Ruanda em 1981, a situação política era muito complexa e os conflitos étnicos pareciam aumentar, chegando a confrontos violentos entre as tribos dominantes.

Kibeho é uma população de 50.000 habitantes situada ao sul desse país próximo da fronteira com o Burundi.



A HISTÓRIA DAS APARIÇÕES

Em 28 de novembro de 1981, às 12:35 hs, no refeitório da escola de Kibeho, Alphonsine Mumureke (17 anos), ouviu uma voz que a chamava: “Minha filha”. Dirigiu-se até o corredor e viu  uma bela mulher. Descreveu-a assim: “Tinha um vestido branco sem costuras e na cabeça um véu também branco. Não saberia definir a cor de sua pele, mas era de uma beleza incomparável. Tinha as mãos juntas à altura do peito, com os dedos para o céu”.

A jovem lhe perguntou: “ Quem és?”. A resposta foi: “Eu sou a Mãe do Verbo”. E seguiu: “Venho para te tranquilizar  porque eu escutei tuas orações. Queria que tuas companheiras tivessem fé porque não creem com força suficiente”.

A experiência se repetiu no dia seguinte, domingo 29 de novembro, e durante o mês de dezembro, cada sábado, sempre no refeitório ou no pátio da escola.

A primeira reação dos professores e alunas foi de ceticismo. Ninguém acreditou. Suas companheiras afirmavam que a ouviam falar em outros idiomas como francês, inglês, kinyarwanda e outros, que não conheciam. Muitos a ridicularizavam. Porém pouco depois outras jovens afirmaram ter tido também aparições da Virgem Santíssima.

Segundo Alphonsine, “a Virgem veio a Kibeho para preparar a humanidade para a vinda de seu Filho”. Alphonsine continuou tendo aparições durante um período de vários anos e afirmava ter um segredo, confiado a ela pela Virgem, o qual não devia revelar até que Ela o indicasse.

A última aparição a Alphonsine teve lugar em 28 de novembro de 1989, há sete anos da primeira. Alphonsine foi filmada durante algumas aparições. Um doutor da comissão de investigação da Igreja examinou a jovem durante a aparição.

Em janeiro de 1982, foi Nathalie Mukamazimpaka, uma jovem de 18 anos, muito equilibrada e tranquila, que viu a Virgem, quase por 2 anos, até  3 de dezembro de 1983.

Em 2 de março de 1982 , Marie Claire Mukamgango, de 21 anos começa a ter aparições. Estas terminaram em 15 de setembro do mesmo ano. Havia expressado em diversas ocasiões que não acreditava nessas coisas. A Virgem lhe falou 18 vezes, sempre no colégio de Kibeho; e lhe encarregou da missão de difundir a devoção do Rosário das Sete Dores de Maria.

Mais tarde o número de videntes aumentou, chegando a ser sete. Outras três jovens e um jovem asseguravam receber aparições da Virgem Maria e de Jesus. Eles eram Stephanie Mukamurenzi, de 14 anos; Agnes Kamagaju, de 22, e Vestine Salima, também de 22 anos. Esta última era muçulmana, mas em 1983 recebeu o batismo. Ela foi a primeira que disse ter visto  Jesus em 13 de abril de 1982, que se apresentou como “o Pastor de toda a terra”.

Pouco depois, Segatashya (convertido depois com o nome de Emanuel), sem nenhum conhecimento da religião cristã, assegurou ter visto também  Cristo em julho de 1982. Depois das aparições se converteu tomando o nome de Emanuel.   Ensinou-lhe o Pai Nosso e o catecismo. Emanuel relata:“Eu não sabia nada da Igreja nem de Jesus. A primeira vez que entrei em uma igreja foi depois da aparição. Não sabia fazer o sinal da cruz, nem conhecia o significado da cruz que via na missão”. O Senhor lhe confiou depois uma missão evangelizadora que realizou, não sem dificuldades, nos países vizinhos. Expulso do Burundi, teve êxito no Zaire em 1986 e 1987, e evangeliza agora em seu próprio país.

AS MENSAGENS

A Virgem ensinou: a importância do rosário, a oração sincera, penitência, amar, ter uma fé viva, conversão, sobretudo um chamado à reconciliação. Também chamou para a renúncia do pecado. Lamentou-se da idolatria, irreverência, materialismo, hipocrisia, imoralidade sexual. E disse para deixar de ir por dois caminhos, é necessário seguir um só, que leva a Cristo.

Alphonsine disse que a Virgem veio para preparar a humanidade para a vinda de seu Filho:
“O mundo está chegando ao seu fim. O regresso de Jesus está muito próximo… A Rainha dos Anjos vem para aconselhar-nos a nos preparar para a vinda de seu Filho. Temos que sofrer com Jesus, rezar e sermos apóstolos para preparar-nos para sua vinda”.

Emanuel recebeu também advertências de nossa Mãe Celeste:
“Não têm muito tempo para se prepararem para o juízo final. Devem mudar suas vidas, renunciar ao pecado. Orem e preparem-se para sua própria morte e para o fim dos tempos. Devem se preparar, enquanto ainda resta  tempo. Aqueles que fazem o bem, irão ao Céu. Se fazem o mal, se condenarão a si mesmos sem oportunidade de apelação alguma. Não percam tempo e comecem agora mesmo a orar e fazer o bem. Não restam muito tempo, e Jesus está voltando”.

Jesus também disse a Emanuel:
“Muita gente trata  seu próximo desonestamente. O mundo está cheio de ódio. Vocês saberão que minha segunda vinda está perto quando virem o estouro de guerras religiosas. Então, saibam que eu estou a caminho”.

A Virgem Maria também disse aos videntes:
“Eu  venho para preparar  o caminho do Meu Filho, para vosso bem, e vocês não querem compreender. O tempo que resta é pouco, e vocês estão tão distraídos e ausentes. Estão concentrados nas cosas deste mundo, que são passageiras. Eu vi   muitos de meus filhos se perderem, e  venho para mostrar  o caminho verdadeiro”. 

Em 5 de agosto de 1982, Maria  disse a Natália:
“Eu falo mas  vocês não compreendem. Quero-os por de pé mas permanecem na terra. Chamo-vos mas estão surdos. Quando farão o que lhes peço? Permanecem indiferentes a todas as minhas reclamações. Mas quando entenderão? Quando se interessarão pelo que quero dizer a vocês? Dou-lhes muitos sinais mas seguem incrédulos.  Até quando seguirão surdos aos meus chamados? “.

A Maria Clara  disse:
“Quando me faço ver por alguém para lhe falar, o que quero é dirigir-me para todo o mundo. Se agora venho à paróquia de Kibeho, isso não significa que só  venha para Kibeho ou para a diocese de Butare ou quem sabe para Ruanda ou talvez para a África. Eu me dirijo a todo o mundo”.

Em outra ocasião  disse a mesma vidente:
“Peço-lhes o arrependimento. Se recitassem esta coroa (a das  sete dores) meditando, então teriam a força para arrepender-se. Hoje muitos não sabem mais pedir perdão. Esses colocam novamente  meu Filho na Cruz. Por isso Eu quis vir para recordar, sobretudo aqui em Ruanda, porque aqui há ainda pessoas humildes que não estão agarradas ao dinheiro e as riquezas”.

Na última aparição a Alphonsine, Maria lhe disse:
Para os jovens: “Diga-lhes que não destruam seu futuro com uma forma de vida equivocada, que pode ter um peso muito grande em seu futuro. Não percam o Céu pelo mundo. Tenham a força para lutar um bom combate. Deixem que os jovens que rezam com fervor o sigam fazendo e ignorem os que dizem que estão perdendo seu tempo. Aqueles que rezam terão sua recompensa. Orem, orem, orem… sigam o Evangelho de meu Filho”.

Às famílias: “Em momentos de dificuldades e grandes provas, recordem a Sagrada Família de Nazaré, que teve uma vida de dificuldades em meio de grande pobreza. Não esqueçam que Deus é mais poderoso que toda a maldade do mundo”.

Para aqueles que estão consagrados a Deus: “Suas vidas são muito importantes para Deus. Deverão permanecer fiéis aos seus votos. Os sacerdotes em particular,  devem  oferecer eles mesmos enquanto oferecem o santo sacrifício da missa”.

Para os que tem autoridade: “São chamados a servir. Se roubam o povo, arruínam o serviço ao qual foram chamados. Compartilhem, não assassinem, não persigam, respeitem os direitos do homem, porque se agem  contra os direitos do homem, não terão êxito e isto se voltará contra eles mesmos”.

Aos intelectuais: “Receberam o conhecimento para ajudar os outros a chegar à verdade, que é Deus. Professar o ateísmo insulta e ofende a Deus”.

(Continuará)

Juan Garcia Inza, é autor, editor e responsável pelo Blog 'Uma alma para o mundo', alojado no espaço da web de www.religionenlibertad.com



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