Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO
O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Fanáticos. O sensato para o mundo moderno e ilustrado é não crer em nada, ao menos não com excessiva veemência.


adelantelafe.com 


Fanáticos

Christopher Fleming - 10 abril, 2015  
  
Seguramente meus leitores simpatizarão comigo se disser que estou muito acostumado  que me chamem de “fanático”. É curioso como hoje em dia  qualquer pessoa com convicções profundas merece este apelativo, quando está fora dessas convicções. O católico que crê firmemente em tudo o que a Igreja sempre  ensinou é colocado na mesma categoria de um maluco que afirma ser a reencarnação do deus não sei do que, ou de um assassino que degola crianças em nome de Alá. O sensato para o mundo moderno e ilustrado é não crer em nada, ao menos não com excessiva veemência. O sensato é o agnosticismo, o “tudo depende”. O sensato é “não julgar”, porque realmente não sabemos se a nossa é melhor que outras opções. Uma pessoa que diz conhecer a Verdade (com letra maiúscula) e, sem pedir desculpas a quem possa ofender, prega essa Verdade aos outros, é um intolerante, um perigo para a sociedade, um fanático.

Naturalmente, não me preocupa demasiado que me chamem de fanático, porque creio que nunca me  acusaram realmente de fanatismo, tal e como eu entendo a palavra, mas sim no sentido  que eu acabei de explicar, ou seja, me acusam de crer de pés juntos tudo o que Deus  revelou através de Seu Filho e através de Sua Santa Igreja Católica. Mais que um insulto, para mim isso é uma medalha de glória, pelo que só sorrio e dou graças ao Senhor.

Então, em qual sentido eu entendo  que uma pessoa pode ser um fanático? Uma definição de fanático que sempre gostei é a seguinte: o fanático é aquele que repete a mesma ação, esperando cada vez um resultado diferente. Exemplos abundam na vida ordinária. Eu vi fracassar um negócio por culpa da cegueira voluntária do dono, que se empenhava em crer que tudo mudaria com outra campanha de marketing, com mais publicidade, com ofertas diversas, etc., quando na realidade tinha um problema de fundo: seu produto não era atrativo. Antes de reconhecer este fato,  o proprietário estava em dívida até as sobrancelhas, tentando por todos os meios que o negócio inviável funcionasse. É difícil reconhecer que algo pelo qual tenha trabalhado muitas horas e investido muito dinheiro, não funciona. No entanto, é muitíssimo melhor render-se diante da evidência e “ir direto ao assunto”, em vez de prosseguir pelo caminho errado, que só  leva à ruína absoluta.

Neste sentido os diretores das companhias multinacionais, muitas vezes podem ser mais espertos que as pequenas empresas porque olham tudo desde uma perspectiva mais desapaixonada, sem deixar que suas emoções lhes confundam. Um bom exemplo disso é o que ocorreu com a empresa Coca-Cola no ano de 1985, quando introduziram a New Coke. O produto fracassou estrepitosamente desde o primeiro dia de seu lançamento. A empresa recebeu inumeráveis queixas de seus clientes, – uma média de 4000 chamadas telefônicas diárias -, pedindo a volta do produto antigo. Chegaram a contratar  um  psiquiatra para atender os iracundos clientes. Até  Fidel Castro utilizou o fracasso tão sonoro da New Coke como um exemplo da degeneração capitalista americana. Os diretores, assombrados por esta reação negativa, inclusive diria hostil, frente ao novo produto, que era o fruto de anos de cuidadosas investigações e  degustações, tardaram pouco em re-introduzir a antiga Coca-Cola, sob a  etiqueta de Classic Coke. Mas após anos de quedas de vendas da New Coke, objeto  com cada vez  maior ridicularização e escárnio, a empresa optou definitivamente por sua erradicação no ano 2002.

O que tem isto ver com  religião? Por si o leitor ainda não  adivinhou, existe um paralelismo interessante entre esta história e a história recente da Igreja Católica. A Igreja, outra multinacional, cujo negócio não é outro senão as almas, após vários anos de experimentação, quis dar aos seus “clientes” um produto novo, el Novus Ordo Missae. Em pouco tempo se viu claramente que este produto não só não gerava os resultados desejados, mas que causava uma grande rejeição entre os “clientes” mais fiéis. Sem ir mais longe, na Espanha se formou uma Irmandade com mais de 5000 sacerdotes que pediam permissão para seguir dizendo a Missa Tridentina. Na Inglaterra se fez uma petição similar a Roma, firmada entre outros pela conhecida escritora Agatha Christie, daí que se conhece como o Indulto Agatha Christie. Quase  de um dia para outro templos e seminários se esvaziaram e nos sete anos posteriores à  promulgação da Nova Missa uma quarta parte dos sacerdotes do mundo pendurou a batina.

A diferença do caso da Coca-Cola, foi que a Igreja tardou muitíssimo em reagir diante da derrocada. Apesar de sofrer uma deserção sem comparação em sua longuíssima história, após décadas vendo como a assistência à Missa caía sem cessar, os bispos do mundo seguiam anunciando uma nova Primavera Eclesial. A soberba de querer ter razão a qualquer preço lhes impedia de reconhecer que seu experimento tinha fracassado, e mais que uma primavera, aquilo parecia um cruel inverno. O que a Coca-Cola fez em menos de um ano, – reintroduzir seu produto antigo -, a Igreja levou 40 anos, uma cifra muito apropriada para essa travessia pelo deserto. Finalmente em 2007, Bento XVI liberou a Missa Tridentina de seu cativeiro. Como a Coca-Cola, a Igreja mantém o desacertado produto novo, apesar de seus resultados nefastos, a respeito do negócio de almas que está em causa. Seguindo com o paralelismo, é  fácil vaticinar que  num futuro a Nova Missa será por fim descartada, e  tudo voltará aonde estávamos antes do Concílio Vaticano II.

O problema é que, diferente da história da Coca-Cola, não estamos falando de algo trivial. Estamos falando de almas, milhões das quais se terão perdido para sempre por causa da Novus Ordo Missae, que a duras penas transmite a verdadeira fé católica. Sinceramente, segundo minha definição de fanático, os que realmente são fanáticos são precisamente os pastores da Igreja que, apesar dos maus frutos evidentíssimos da Nova Missa, se empenham no erro. Creem que com os mesmos remédios que levam 40 anos aplicando, -uma liturgia dessacralizada, protestantizada, banalizada,- conseguirão resultados diferentes. Estão convencidos, contra toda evidência, que seu produto é maravilhoso, e que se existe algum problema, será culpa de seus fiéis.

Se um bispo refletir sobre a queda espetacular na assistência à Missa há quase 50 anos (  poucos se atrevem a tocar nesse problema embaraçoso) atribuirá a qualquer fator externo: a secularização do Ocidente, o debilitamento da família, a perda da fé, etc. A causa nunca será a Missa em si. No entanto, uma rápida análise do que ocorreu nos anos posteriores à introdução da Nova Missa em comunidades com outros ritos (os coptos, os orientais, os melquitas, etc), demonstra que os fatores externos não tiveram uma influência tão grande, porque nas ditas comunidades a assistência à Missa se manteve bastante estável durante os turbulentos anos ´60 e ´70. Naquela época tampouco houve um descenso tão brusco na prática religiosa entre os protestantes.

Quando no mês passado o Papa Francisco disse a Missa na igreja de Ognissanti de Roma, onde há 50 anos seu predecessor Paulo VI havia dito a primeira Missa na língua vernácula, deixou muito claro o que pensa a  respeito da reforma litúrgica:

Não podemos voltar atrás. Temos que seguir, sempre adiante. Quem volta atrás comete um grande erro. 

Meuis leitores me perdoarão se digo que isto me soa a fanatismo. É exatamente o contrário do que teria que fazer; diante de um panorama tão  desolador, um homem sensato reconsideraria se os meios que utiliza  para chegar até este ponto são os mais idôneos. Qualquer viajante sabe que se se perder, em lugar de prosseguir, o lógico é retroceder até onde tomou a direção equivocada. Mas Francisco não. Nada impedirá o “progresso” eclesial que seguramente existe em sua cabeça, mas que a cada dia que passa se afasta mais da realidade.


Christopher Fleming

De nacionalidad britânica. Casado com três filhos. Professor de piano e organista. Vive em Murcia, Espanha. Converso do ateísmo e do protestantismo-modernismo. Católico até a morte.

http://www.adelantelafe.com/fanaticos/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

terça-feira, 24 de março de 2015

Eu sei o que provoca o autismo.

huffingtonpost.es/carrie-cariello 

Carrie Cariello HeadshotCarrie Cariello
Escritora
 
Eu sei o que provoca o autismo
Publicado: 12/03/2015  

Na semana passada estava navegando pela Internet e  encontrei   um artigo que proclamava que o autismo e a circuncisão estão relacionados. Não  pude evitar. Ri às a gargalhadas.

Sem nenhum método em particular, ao longo dos anos tenho lido as seguintes explicações do autismo:

- É causado pelo mercúrio.

- É causado pelo chumbo.

- O autismo começa pela falta de contato materno.

- Alguns pesticidas podem provocar autismo.

- O plástico.

- O glúten agrava os trastornos associados ao autismo.

- As pessoas com autismo deveriam comer mais morangos.

- A fumaça do cano de escapamento é uma das principais causas do autismo.

- As substâncias químicas de las frigideiras antiaderentes podem provocar autismo.

A do vínculo materno acho especialmente dolorosa. O certo é que   custei a estabelecer contato com Jack. O pequeno passou um ano gritando e chorando. Começou a dormir a noite inteira com seis semanas, e deixou de fazê-lo aos três meses.

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2015-01-19-BabyJack.jpg

Estaba esgotada, e além disso Joe e eu discutíamos constantemente. Longas brigas, discussões e gritos se entremesclavam. Pela primeira vez, senti que o casamento  me escapava das mãos, como se fosse de areia .

Meu filho mais velho, Joey -um menino doce, tranquilo e amável-, tinha um ano nessa época. Seu caráter simples não fazia mais que ressaltar as esquisitices de seu novo irmãozinho.

Porém estou certa  que não há ninguém neste mundo que esteja mais unida a Jack agora. E sabem por que? Jack tem autismo.

Alegra-me poder afirmar que sei o que provocou o autismo de Jack e, sem mais demora, eu gostaria de contar a vocês.

Esperem.

É um pouco complicado.

Rufem os tambores, por favor.

Jack tem autismo porque, como disse seu irmão Henry de 5 anos, nasceu com ele.

Sim, creio que o autismo é uma condição genética. Creio que, de algum modo, o DNA  de Joe se mesclou com meu DNA  e tivemos um filho que pensa que a quarta-feira é laranja. Talvez seu código genético único o torne mais sensível para as coisas a nossa volta, como o chumbo, o mercúrio e o plástico.

Do morango não tenho nem ideia.

(Durante anos culpei a família de Joe pelo gen do autismo. Mas faz uns anos fui a um funeral de um familiar meu, olhei para a sala e foi como hmmm...).

Na semana passada estava em uma cafeteria e se  aproximou uma mulher, que se apresentou. Disse-me que sua filha Lily está na classe de Jack. Assenti e sorri, peguei a chícara de café, e também o cupcake- do balcão, e dei a volta para ir embora.

"Espera", me disse tocando-me o braço. "Só  queria te dizer algo. Lily me contou que no outro dia um garoto o chamou de esquisito na classe".

Encolhi os ombros. "Sei. Geralmente acontece isso".

"Lily me contou que respondeu ao garoto que Jack não é esquisito.   Disse que Jack é exatamente como tem que ser".

Imaginem meu dilema. Se me ponho a falar  que o autismo é uma epidemia e a berrar sobre a necessidade de descobrir de onde vem e quem o começou e como curar, bem, em parte estaria contradizendo toda a mensagem de aceitação e tolerância e falta de prejuízos.

Esta frágil casa de cristal que levamos esforçando-nos para construir toda uma década estouraria em milhares de pedacinhos diminutos.

Mas, por outro lado, sim  é uma espécie de epidemia. Há muitas famílias que querem ter filhos e talvez queiram ter alguma ideia sobre como prevenir este trastorno do autismo. Meus próprios filhos também terão filhos, e se o autismo realmente é causado pela fumaça do cano de escapamento, ficaria bem saber  para então comprar carros elétricos.

Ao mesmo tempo, não quero centrar-me tanto no que,  quando,   onde e  como  e como esquecer-me de quem.

Porque não me importa de onde vem.

Mesmo que tenha curiosidade.

Não me importa saber porque Jack tem autismo.

Mesmo que gostasse de ter essa informação.

Não há nada mal  nele.

Mesmo que talvez algo não vá bem de tudo, quando se fica 45 minutos falando de todos os tipos de chicletes diferentes que há no  supermercado.

Eu não mudaria nada.

Ou talvez mudasse algumas coisas.

Estou admirada pelo autismo e suas espetaculares surpresas.

Odeio o autismo porque faz que meu filho fale demasiado de chicletes.

Ele é frágil.

Mas é sadio.

O autismo não é culpa de ninguém.

Talvez devesse deixar de usar tupperwares e animá-lo a que coma morangos mesmo os odiando, e voltar a pintar a casa para assegurar-me de que não há rastro de chumbo nas paredes.

Pode ser que deva tirar as frigideiras.

Ou talvez  tinha que ter me esforçado mais por querê-lo com mais intensidade quando era um bebê que se revolvia nos meus braços.

Talvez seja minha culpa.

Como podem observar, meus sentimentos sobre o diagnóstico do autismo de Jack são tão complexos como um prisma com milhares de cores e ângulos e luzes. Alguns dias, minhas dúvidas erão sussurros dentro de meu coração; outras vezes era como se alguém me gritasse no ouvido.

Não sou cientista. Não sou  suficientemente inteligente. Mas sou uma mãe. E mesmo não sendo tampouco  suficientemente inteligente para isso, conheço o autismo desse ângulo.

Conheço a rigidez, a obsessão e a raiva de ter um assistente no colégio. Conheço a decepção e o medo. Conheço a melancolia silenciosa que acompanha o fato de ser diferente ou esquisito, porque  vejo todo dia.

Quando você vive  com alguém que tem autismo, diz sempre a frase por agora.

Por agora, a rádio está na emissora adequada.

Por agora, não está gritando.

Por agora, segue dormindo.

Por agora, está bem.

Assim que, por agora, vou  crer que o autismo de Jack se deve ao DNA, ao RNA (a mensagem do DNA é passada para o RNA) e a genética.

Por agora, tentarei acrescentar uma pitada de verde, azul, roxo e laranja nas pinceladas brancas e negras da ciência. Juntos, completaremos a tela do autismo até que surja uma imagem mais clara.

Ainda não sei exatamente qual é o aspecto dessa imagem, mas   gosto de pensar que é uma utopia de diferentes tipos: a intersecção perfeita entre a ciência as pessoas. Há morangos, filhotes e chicletes de menta do recipiente azul.

Há meninas altas e louras chamadas Lily e meninos com óculos chamados Jack.

E, se olhar com atenção, pode ver uma casa de cristal ao longe, quase no horizonte, brilha e lança flashes com o sol. A imagem é arrebatadora.

Se te aproximar mais para ver, verá  uma frase gravada na porta principal. Essa frase, essa coleção de palavras, é muito, muito grande.

É um muro apoiado contra uma maré de incerteza.

É um milhão de estrelas brilhantes em uma noite longa e escura.

É paz e perdão, poder e orgulho. É uma libertação constante.

A primeira vez que ouvi essas palavras, estava em uma cafeteria comprando um cupcake.

"Ele é exatamente como tem que ser".

Este post apareceu originalmente na edição americana de 'The Huffington Post' e foi traduzido do inglês para o espanhol por Marina Velasco Serrano.

http://www.huffingtonpost.es/carrie-cariello/se-lo-que-provoca-el-autismo_b_6846176.html

sexta-feira, 6 de março de 2015

Tinha 17 anos quando acordou do coma depois de um estupro violento e bravamente rejeitou o aborto

lifenews.com 

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Tinha 17 anos quando acordou do coma depois de um estupro violento e bravamente rejeitou o aborto
 Internacional Sarah Zagorski 25 de fevereiro de 2015    SYDNEY, AUSTRÁLIA

Na Austrália, uma garota de 17 anos April-lee Gillen foi encontrada deitada inconsciente e gravemente ferida ao lado de uma estrada depois de uma tentativa de seqüestro.

Um motorista encontrou Gillen e a levou ao Wollongong Hospital, onde foi tratada de fraturas, entrou em colapso pulmonar e hemorragia no seu cérebro. Gillen ficou tão gravemente ferida que  sofreu perda da memória de curto prazo após o incidente. Na verdade, os cirurgiões tiveram que realizar uma cirurgia de emergência para remover uma seção de seu crânio para aliviar a pressão em seu cérebro.

De acordo com o Sydney Morning Herald, os médicos do hospital colocaram Gillen em coma induzido e dois meses depois, descobriram que ela estava grávida. No entanto, por causa de sua perda de memória  ela tinha que ser lembrada sobre seu bebê todos os dias. Abril-lee compartilhava mais sobre a experiência com o jornal A Current Affair. Ela falou: "Eu disse:'Eu estou grávida? Ó meu Deus '. E então eu iria esquecer, porque eu tinha aquela coisa ainda como eu podia esquecer a cada dia ".
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Gillen disse que ela não se lembra de como  escapou de seu sequestrador. Ela disse: "Eu devo ter [lutado abrindo a porta], porque a minha mãe disse-me, durante toda a minha vida, como uma adolescente ... e até mesmo quando uma criança: 'April, se você estiver se sentindo não  segura e precisar de ajuda, você deve apenas gritar tão alto quanto você puder,  e ajuda virá para você. Isso é o que eu devo ter feito. "


Surpreendentemente, apesar de seus ferimentos, Gillen disse que nunca considerou  abortar seu bebê. Inicialmente, a mãe de Gillen Leonie estava preocupada com o bem-estar de sua filha, mas apoiaram a sua decisão de manter seu bebê. Ela disse: "... Mais tarde, quando April estava curada, ela foi mais clara, bem falante e bem determinada no que ela queria. Então eu disse a April 'Eu estarei ao seu lado ". E foi a melhor decisão que tivemos. "

Gillen disse: "Eu disse à mamãe" É um pequeno bebê 'e eu estou dando a luz a ele 'ou' eu estou trazendo ele para este mundo, então eu não vou pensar sobre como me livrar dele em tudo '. "Agora April-Lee diz que seu filho é " uma pequena versão de menino de sua mãe ", e que ela está se recuperando bem de seus ferimentos.
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Superintendente em exercício Andrew Koutsoufis explicou mais sobre o incidente. Ele disse: "Nós acreditamos que ela foi arrastada para esse veículo e algo aconteceu nesse veículo, e logo depois ela foi ejetada do veículo  e arrastada, onde  sofreu alguns ferimentos graves. [Ela é] apenas uma garota de 17 anos de idade, andando sozinha em uma rua escura quando foi encontrada ... isto. Ela não tinha ninguém lá com ela, ela estava sozinha e não posso imaginar o quão terrível tenha sido. "

Infelizmente, a polícia diz não ter sido capaz de localizar seqüestrador de Gillen. Leonie concluiu: "Eu sinto que  não deveriam estar lá fora e é por isso que estou aqui hoje. Se alguém aí souber algo em relação ao que aconteceu a April, por favor, fale, não fique aí parado. "

http://www.lifenews.com/2015/02/25/17-year-old-left-in-a-coma-pregnant-after-a-violent-rape-bravely-rejects-abortion/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

PODERÃO OS HOMENS DA REVOLUÇÃO NATURAL DA FERTILIDADE POR FAVOR LEVANTAREM-SE?

theguidingstarproject.com 


PODERÃO OS HOMENS DA REVOLUÇÃO NATURAL DA FERTILIDADE POR FAVOR LEVANTAREM-SE?

06 de outubro de 2014 / 

Leah Jacobson -  fundadora de 'The Guiding Star Project'

É cada vez mais claro, com o passar do tempo e da pesquisa que a pílula anticoncepcional mágica tem vendido às  mulheres como  resposta para toda desigualdade sexual, é apenas um câncer causando  acidente vascular cerebral, problema de mascarar as doenças, e fazendo decrescer a fertilidade, é a confusão que faz um "medicamento". Ela não tem ajudado as mulheres se a tornar mais auto-realizadas e, na realidade, criou uma dissonância estranha para muitas mulheres modernas sobre como lidar e aceitar as funções naturais de seus corpos saudáveis.

Muitas mulheres estão lentamente  concordando e decidindo que elas preferem planejar a gravidez naturalmente e trabalhar com seus corpos em vez de suprimi-los. Há um crescimento lento, mas constante de mulheres que insistem em seguir os seus ciclos de fertilidade natural e usando as placas de sinalização de fertilidade para planejar seus encontros sexuais. Isso é ótimo, mas o que acontece com os homens?

Afinal é preciso dois ... ou não é?



Quando a pílula foi desenvolvida pela primeira vez ( por homens ), tornou-se evidente que as mulheres só iriam comprar  este produto e usá-lo se   eles sentissem que eram capacitados e deu-lhes o controle e a independência que tantas mulheres naquela época estavam  almejando. Por isso, foi vendido para o Movimento das Mulheres como um ingrediente chave para o seu objetivo final de elevar as mulheres a serem  fortes e independentes.   A adoção da pílula como uma questão feminina para planejamento familiar diretamente  das mãos das mulheres e os homens sem preocupação, receberam um passe sobre a consciência da fertilidade.

Os homens já não tinha qualquer obrigação de prestar   atenção para  honrar a fertilidade natural da sua parceira, porque, bem, isso era uma questão da mulher. Se ela decidiu usar a pílula e reprimir a sua fertilidade,  era o seu problema. E se ela não fez e   acidentalmente engravidou, bem  também foi  seu problema. Como o próximo passo lógico  entregando toda a responsabilidade de gestão da fertilidade, também foi entregar toda a responsabilidade na gestão de gravidez; homens foram agora completamente removidos da discussão sobre a criação da vida através do ato sexual.

E muitos homens parecem estar bem com isso.

Nós vemos grupos de homens como BroChoice e os meninos do movimento Red Pill que parecem perfeitamente capazes para usar abertamente os corpos das mulheres. Com as proteções de controle de natalidade e aborto, e o pedido para mantê-los livres de todas as responsabilidades, que as conseqüências de suas ações poderiam naturalmente trazer eles ficão livres para compartilhar dicas sobre a manipulação de mulheres em abortos e desonrando as mulheres por não ter relações sexuais com elas depois de comprá-las com um jantar . Eles esperam que as mulheres  acomodem a fertilidade masculina para suprimir ou destruir a sua própria. Eles tem pouca responsabilidade pelo fato de que eles são férteis 100% do tempo, enquanto a sua parceira feminina, naturalmente só será fértil cerca de 4-7 dias por mês . Eles colocam todo o peso de suas necessidades físicas sobre as mulheres porque o sexo não é sobre o respeito pela sua parceira, cuidando dela, ou conhecê-la como uma pessoa única de qualquer maneira. Porque no mundo  eles pouco se importam se seu ciclo menstrual típico se parece ou querem saber se ela é mesmo fértil em tudo, no momento de seu encontro?

Estes homens são o resultado da expectativa para as mulheres em suprimir a sua fertilidade. Eles são fracos, complacentes, egocêntricos, e se acham no direito. E, infelizmente, há muitos desses caras andando por aí, agora que muitas mulheres nem sequer sabem é que existe uma raça diferente; uma classe diferente de homens que existe. Homens de verdade.

Vamos pintar um quadro diferente agora dos homens. Homens que são capazes de aprender sobre a sinalização da fertilidade feminina; coisas como muco cervical, temperatura basal do corpo, sensibilidade mamária, etc. Homens que podem aplicar estes sinais para o seu processo de tomada de decisão em matéria de sexo. Diga que   homens são capazes de tomar uma decisão sobre o sexo? Você quer dizer que é uma decisão envolvida? Não apenas uma suposição de que, se puderem eles vão? Homens que realmente possam ter a oportunidade para o sexo e que ainda possuem a capacidade de decidir se querem ou não tê-lo com base na fertilidade de sua parceira ???

Digo-vos que eles existem. Senhoras, têm coração. Estes são os homens da Revolução da Fertilidade Natural.

Eles são auto-disciplinados, respeitosos, inteligentes, intuitivos, fortes, têm discernimento, altruístas, amorosos, e  homens de sacrifícios. Eles são jogadores da equipe e veem as suas parceiras com  apenas isso; uma pessoa com quem  tomam decisões sobre a sua fertilidade compartilhada e trabalham em conjunto para um objetivo comum. Estes homens são um corte acima do resto. Eles não esperam  os outros para mudarem-se biologicamente para acomodar os seus desejos sexuais. Eles esperam e respeitam a fertilidade compartilhada que veem sendo pessoas humanas em seus anos férteis. Eles não têm medo de um pouco de abstinência e de bom grado fazem este sacrifício para o bem de seu relacionamento e o bem de sua parceira. Eles são homens de verdade.

Estes homens respeitam as mulheres que vêm com o dom da fertilidade. Sim, o presente. Não é uma carga. Você vê, os homens reais podem ver que as mulheres são incrivelmente construídas para lidar com o estresse e tensão de levar uma nova vida a este mundo. Eles vêem a fertilidade feminina como um atributo e como algo a ser temerosamente respeitado. Eles ainda podem temer o incrível poder da fertilidade feminina, mas nunca executado a partir de seus medos. Eles podem enfrentá-lo de frente e usar suas próprias forças para trabalhar com a sua parceira. E quando o fazem, muitas vezes achamos que as mulheres em suas vidas acabam se sentindo valorizadas e honradas em vez de manipuladas e usadas. Eles experimentam taxas de divórcio que são praticamente desconhecidas e ainda apreciam a taxa de eficácia da pílula para evitar a gravidez.

Eu tenho tanta sorte de conhecer muitos destes homens. Eles não são tão raros como a maioria faz você acreditar, mas eles às vezes precisam de incentivo para se tornarem os homens que sejam capazes de ser. Eles não foram informados quão grande eles podem ser e tem sido dito pela sociedade que coisas como se preocupar com a saúde da mulher não é o seu negócio. Pois é. É tudo nosso negócio, pois bem, ela simplesmente é. A saúde da mulher é onde o futuro de nossa espécie vem. Se não lidar com isso com cuidado e compreensão corremos o risco de nossa própria existência.

Então, os homens, por favor, não caiam nas mentiras porque você está obsoleto nas discussões de fertilidade. Cheguem lá e mostrem para as mulheres que você é capaz de ser um homem. Ofereçam-se para tirar sua temperatura todas as manhãs. Coloquem as etiquetas em seu gráfico. Digam a elas que você acha que seu muco cervical é sexy. Ok, bem, talvez apenas dizer que ela é linda e oferecer para apoiar o seu corpo para funcionar da forma mais natural possível. Quando você acelerar e homenagear as mulheres na forma como fomos criados naturalmente não vai ser uma mudança de cultura, que acontece. Homens e mulheres vão realmente parar de ver o outro como inimigo e ver as contribuições de uns aos outros como valioso e necessário. Mulheres não vão sentir a necessidade de colocar os homens em seu lugar, fazendo tudo que os homens podem fazer, porque vocês já terão admitido que não há nada maior do que a nossa capacidade de ter uma vida nova. Você nos respeitando da maneira que nós, naturalmente, somos realmente vão mudar o mundo. Porque é isso que os homens reais fazem melhor.

Leah Jacobson, foundress of The Guiding Star Project

http://theguidingstarproject.com/will-the-men-of-the-natural-fertility-revolution-please-stand-up/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

9 coisas que devemos saber sobre a Quarta-Feira de Cinzas.

infocatolica.com/blog 


9 coisas que devemos saber sobre a Quarta-Feira de Cinzas

Juanjo Romero, em 17.02.15  

Quarta-Feira de Cinzas

Começa a Quaresma, o café da manhã foi cheio de questões de meus filhos. Certamente a eles e mais alguém vai ajudar.

1.- O que é a Quarta-Feira de Cinzas?

É o dia em  que começa a Quaresma. Não é o dia em  que acaba o Carnaval.

Sempre cai na quarta-feira (parece óbvio, mas tem gente que ainda duvida) e é igual quando o ano é bissesto porque se conta   para trás desde a Missa da Ceia do Senhor.

Missal Romano:

Na Missa deste dia se abençoa e se impõe a cinza, feita dos ramos de oliveira ou de outras árvores, benzidos no Domingo de Ramos do ano precedente.

2.- Onde se compra a cinza?

Em nenhum lgar. Se obtém ao queimar os ramos benzidos no Domingo de Ramos do ano anterior.

Muitas famílias guardam os ramos ou as palmas e os levam à paróquia nos dias anteriores.


3.-  Por que se impõe a cinza?

É um símbolo, Diretório sobre a piedade popular e da liturgia, 125

O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, se caracteriza pelo austero símbolo das Cinzas, que distingue a Liturgia da Quarta-Feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos com os quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que necessita ser redimida pela misericórdia de Deus. Longe de ser um gesto puramente exterior, a Igreja o  conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Deve-se ajudar os fiéis, que vão em grande número para receber a Cinza, para que captem o significado interior que tem este gesto, que abre à conversão e ao esforço da renovação pascal.

4.- A quem se pode impor?

Não precisa ser católico para que te imponham a cinza. De fato, muitos catecúmenos participam da cerimônia em preparação para seu batismo no dia/noite da Páscoa da Ressurreição.

Digamos que, neste sentido, é um «dia de portas abertas»: crente ou não, criança, adolescente, adulto, mais velhos ou ancião. Todos. Os ateus habituais comentaristas deste blog também.

5.-  Como e quando se impõe?

Não existem regras fixas. Depende do âmbito cultural e dos costumes locais.

Nos países de tradição latina, as cinzas se impõem mais perto do cabelo na testa, fazendo o sinal da cruz.
Nos países do âmbito anglo-saxão, com água benta se faz uma pasta e se  «marca a fronte».
Depois da homilia, o sacerdote abençoa as cinzas e as asperge com água benta. Depois se impõe com uma destas duas fórmulas:

1- Converte-te e crê no Evangelho. 
Ou,
2- Recorda que és pó e ao pó voltarás.

No Missal romano diz que nesse momento se canta. Creio que não é uma simples sugestão.

6.- É obligatório?  É dia de preceito?

Não, não é obrigatório, e não, não é dia de preceito. Ainda que  curiosamente sem «ser obrigatório» e sendo dia de trabalho, sempre aumenta  consideravelmente a assistência à Santa Missa nesse dia.

Tampouco é «obrigatório» se confessar. Mas, sinceramente, me parece uma extraordinária oportunidade. Tão extraordinária como a que desfrutam os sacerdotes para explicar bem as coisas.

7.- Quanto tempo tem que ter a cinza na cabeça ou na fronte?

Quanto quiser. Tem gente que tira ao voltar para o banco, em especial as senhoras, outros, como testemunho, esperam  que desapareça naturalmente.

8.- É preciso que seja  um sacerdote que a imponha?

A bênção, como todo sacramental, só  um sacerdote ou um diácono. Para a imposição podem ser ajudados pelos leigos.

Pode se fazer  fora da celebração da Missa:

A bênção e imposição da cinza pode se fazer também fora da Missa. Neste caso é recomendável que preceda uma liturgia da palavra, utilizando a antífona de entrada, a oração da coleta, as leituras com seus cantos, como na Missa. Segue depois a homilia e a bênção e imposição da cinza. O rito conclui com a oração universal, a bênção e a despedida.

9.- É obrigatório o jejum e a abstinência?

Na Quarta-Feira de Cinza não há  obrigação para os católicos de impor-se a cinza, mas sim de fazer jejum e abstinência segundo os precitos gerais e  particulares de cada diocese.

O jejum é obrigado, como na Sexta-Feira Santa, aos maiores de 18 anos e menores de 60. Fora dos limites de idade também se pode fazer. Consiste em fazer só uma refeição completa no dia e café da manhã e jantar um lanche rápido .

A abstinência de comer carne é obrigatória desde os 14 anos. Todos as sextas-feiras da Quaresma também   são de abstinência de carne obrigatória. Nas demais sextas do ano também, ainda que em alguns países pode se sustituir  por outro tipo de sacrifício/mortificação.

Este post o publiquei originalmente, tal qual, em 13.02.13 às 13:24:39.

H/T Jimmy Atkin.

http://infocatolica.com/blog/delapsis.php/1302130124-9-cosas-que-conviene-saber-so#more19244

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O jogo da ouija tem um lado imoral; e neste sentido, o Padre Roman del Real assegura que tanto entre os judeus do Antigo Testamento como no cristianismo se considera ofensa a Deus invocar os mortos, porque é um sinal de desconfiança, de falta de fé na vontade de Deus.





Perigo com a ouija! (“Trata-se de um tabuleiro que tem inscrito o abecedário, os números e um “sim” e um “não”, sobre o qual se desliza uma tabuinha em forma de flecha ou de mãozinha ―originalmente era um copo― que  vai parando nas letras para ir interpretando a suposta resposta do espírito invocado”.)

Cresce a venda destes tabuleiros devido a um filme de terror financiado parcialmente pela empresa de brinquedos que os comercializa.


 O jogo da ouija tem um lado imoral; e neste sentido, o Padre Roman del Real assegura que tanto entre os judeus do Antigo Testamento como no cristianismo se considera ofensa a Deus  invocar os mortos, porque é um sinal de desconfiança, de falta de fé na vontade de Deus.

Chegou ao México um filme de terror baseado no jogo da ouija; se trata da história fictícia de alguns jovens que brincam com o dito tabuleiro adivinhatório até despertar  vários demônios que tentarão acabar com eles.

O filme –que foi bem recebido entre os jovens e adolescentes– na realidade é um negócio perfeito, pois alguém poderia pensar que a trama, como tantas outras histórias de terror, tem um valor educativo ao ensinar que brincar com o oculto é perigoso, é o contrário, pois a produção foi financiada parcialmente pela empresa norte-americana de brinquedos que produz e comercializa estes tabuleiros, cuja venda se  incrementou nos países em que se   apresentou o filme.

Desta maneira, o filme, em lugar de ensinar o jovem a ser prudente, seduz com a ideia de brincar com fogo e sobreviver a ele, pondo em perigo sua saúde emocional, como constataram inumeráveis sacerdotes em todo o mundo.


História e funcionamento da ouija

Em entrevista para 'Desde la fé', o Padre Sérgio Roman del Real, especialista em piedade popular, assegura que no século XIX   ficaram na moda os chamados espiritas e as sociedades de estudo do sobrenatural. Foi neste contexto que surgiu a ouija, cujo nome   parece  provir de duas palavras, “oui” e “ja”, que significam “sim” em francês e alemão respectivamente; ou, que é um sim repetitivo.

Assim é descrito: “Trata-se de um tabuleiro que tem inscrito o abecedário, os números e um “sim” e um “não”, sobre o qual se desliza uma tabuinha em forma de flecha ou de mãozinha ―originalmente era um copo― que  vai parando nas letras para ir interpretando a suposta resposta do espírito invocado”.

O sacerdote explica que por médium se entende uma pessoa que pode comunicar-se com os mortos ou com os demônios; é o meio para conhecer respostas que se ignoram. Assim, na ouija o médium é a pessoa que maneja a tabuinha sobre o tabuleiro, colocando sua mão suavemente sobre ela e deixando-a correr “livremente” à inspiração do espírito por seu turno.

Sobre como se move, diz o Padre Roman del Real que “pode ser que o médium mova a tabuinha segundo sua vontade consciente, e então o jogo é somente uma piada, um engano para a vítima inocente.

Mas também pode ocorrer que a tabuinha realmente se mova “sem a vontade consciente” do médium, e nesse caso temos o que os psicólogos chamam um engano inconsciente.

A tabuinha da ouija se converte assim em uma “tela” que expressa o inconsciente do médium e que dá uma resposta que jamais daria o consciente. Desta maneira, a ouija se converte em algo assim como um telefone com linha direta ao sub-consciente.

É possível a comunicação com os mortos?

Então não é um telefone ao “além”? Não podem os mortos comunicar-se conosco? Estes questionamentos tem inquietado sempre a humanidade por essa necessidade de penetrar no oculto, o que   faz que abundem pessoas que inventam métodos para falar com os mortos. Os que o fazem se chamam “nigromantes”.

É certo que há uma série de fenômenos estranhos que tradicionalmente se atribuíam aos espíritos dos mortos e que os cientistas sérios explicam hoje como fenômenos para-psicológicos ou paranormais. ‘São obra de espíritos encarnados; não desencarnados’, assim  explica  Gonzalez Quevedo, jesuíta parapsicólogo de reconhecido prestígio.

No entanto, ­–diz o Padre Sérgio G. Roman– a Igreja católica aceita   que seres do "além" possam se comunicar com os vivos, como no caso dos anjos, mensageiros de Deus, que anunciam algo aos mortais, ou no  caso das aparições de Jesus, a Virgem ou os Santos.

“Porém crer que podemos perturbar o descanso dos mortos é ir   contra a doutrina cristã sobre o destino final dos defuntos. A parábola que nos contou Jesus sobre Epulon, o homem rico que do   inferno solicitou que enviassem ao pobre Lázaro que avisasse  seus irmãos que tinha um castigo, nos faz ver que os mortos não têm porque voltar, se já temos  Moisés e os profetas”.

Não obstante, o jogo da ouija tem um lado imoral. Diz o Padre Roman del Real: "Sim, brincar com a ouija constitui num pecado; e além disso  representa um perigo  quanto ao desequilíbrio emocional, muitas vezes grave, dos que com ela jogam. De maneira que a ouija é uma porta, mas não ao “Além”, mas à perda da sanidade mental”.

Por Vladimir Alcântara
Artigo originalmente publicado por SIAME



http://www.aleteia.org/es/sociedad/contenido-agregado/peligro-con-la-ouija-5807456328351744?page=2