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Renê Araya foi a um encontro convidado por um amigo.

Era ácido e insultante, desprezava a fé de sua esposa... mas um homem o abraçou e mudou sua vida
Às vezes um abraço pode expressar mais sobre Deus e o amor que mil explicações teológicas, e assim mudar corações
Portaluz/ReL- 29 agosto 2014 -religionenlibertad.com
Grosserias e uma linguagem ambígua eram parte da violência cotidiana com que o chileno Renê Araya estabelecia uma errática e agressiva comunicação com sua esposa Marcela.
O projeto matrimonial e da família com Marcela ficava para ele cada vez mais alheio. Nesse mar de confusão e compulsões transcorria sua vida.
Cresceu sem referências, buscou na New Age
Renê cresceu sem referências que calçassem ou nutrissem sua fé. Foram então os livros de metafísica e algumas ideias da New Age, “como o crer que Deus era energia”, as únicas bases de uma tíbia busca espiritual que tampouco era para ele uma questão significativa.
E mais, Renê se sentia sempre “impulsionado por algo que batia em meu interior ao ponto de ser um jovem complicado, com mal gênio, violento, eu era desagradável”.
Desfrutava inclusive, recorda, quando se burlava das expressões de piedade das pessoas.
Uma esposa firme na oração e louvor
Marcela, a esposa, se refugiava pacientemente na oração. Ela desde jovem participava na pastoral de sua paróquia e ao se casar com Renê um de seus momentos de maior felicidade e consolo era participar de um grupo de louvor ao Espírito Santo.
Se algo tinha claro esta esposa é que não renunciaria à esperança de que seu esposo, algum dia, se convertesse.
No entanto, só a ideia de ter que ir com sua esposa à uma missa, causava uma explícita reação de compulsivo rechaço em Renê.
“Recordo que às vezes dizia para ela: «Como você pode ficar na catequese!»… mas usando palavras violentas, grosseiras. Minha esposa formou então um grupo de oração, regressava feliz e eu a recebia muito mal. Inclusive tentei forçá-la para que deixasse de ir à missa!”.
Por causa de um amigo, aceitou ir a um encontro especial
Mesmo não dobrando seus joelhos diante de nada nem ninguém, comentou Renê, talvez porque um amigo também recebesse o mesmo convite, aceitou ir a um Encontro de Pais no Espírito (EPE)… sem ter muita noção do que se tratasse aquilo.

“Tinha mais de 30 anos nesse ano de 1993 quando vivi aquela experiência onde o Senhor, durante o retiro, se pronunciou sutilmente… pura misericórdia de Deus. Como Ele sabia que eu era exigente, raivoso –que inclusive falava com duplo sentido, com muitos palavrões e tratando violentamente as pessoas-, se valeu de muitas pessoas para ser conquistado”, recorda, hoje sereno e emocionado.
Era Pentecostes e as recordações daquela jornada são intensas na memória de Renê: “Se até houve um casamento! Se falava do amor. Inclusive houve um homem que me abraçou, me tomou de repente, e me disse: «Eu te amo tal como você é». Nesse instante caí de joelhos e entendi... O Senhor foi sábio”.
O retiro foi o ponto de partida para uma série de acontecimentos que lentamente curaram Renê.
Entre eles, veio depois um encontro da Renovação Carismática Católica onde “vi que Deus estava vivo, não era uma história; vi autênticos milagres nas pessoas… o perdão, a cura espiritual e física”, proclama este convertido à fé.

Deixar de fumar, mudar de hábitos
E como na Sagrada Escritura se narra, também ele, que muito tinha recebido, aprendeu de igual forma a testemunhar… “Antes fumava muito, duas carteiras de cigarros ao dia. Recordo que em um retiro, um sacerdote nos disse que se queríamos deixar nossos vícios nos decidíssemos nesse instante e que o Senhor nos ia curar. E eu fiquei pensando. Nesse instante orei: «Senhor, eu tentado deixar de fumar por muitos anos, mas não pude… te entrego meus cigarros». Nesse momento não os joguei fora, passou pouco mais de um mês e então de improviso peguei os cigarros de meu bolso, busquei os que estavam no aparador de minha casa e os pus no lixo. A partir desse dia, prometi deixar de fumar”.
Renê recorda este passo a passo onde foi morrendo o “homem velho”, curando, libertando. Para ele compartilhar seu testemunho é gratidão com Deus… “Porque, quando Deus passou a estar em primeiro lugar, sobre todas as coisas, eu me enamorei completamente de minha esposa. É belo! porque quando dou a prioridade a Deus, transborda o amor”.
Com Marcela completou 28 anos de casamento, têm duas filhas e faz algum tempo é monitor dos Encontros de Pais no Espírito (EPE), os mesmos que iniciaram sua conversão.
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http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=37376
Renê Araya foi a um encontro convidado por um amigo.

Era ácido e insultante, desprezava a fé de sua esposa... mas um homem o abraçou e mudou sua vida
Às vezes um abraço pode expressar mais sobre Deus e o amor que mil explicações teológicas, e assim mudar corações
Portaluz/ReL- 29 agosto 2014 -religionenlibertad.com
Grosserias e uma linguagem ambígua eram parte da violência cotidiana com que o chileno Renê Araya estabelecia uma errática e agressiva comunicação com sua esposa Marcela.
O projeto matrimonial e da família com Marcela ficava para ele cada vez mais alheio. Nesse mar de confusão e compulsões transcorria sua vida.
Cresceu sem referências, buscou na New Age
Renê cresceu sem referências que calçassem ou nutrissem sua fé. Foram então os livros de metafísica e algumas ideias da New Age, “como o crer que Deus era energia”, as únicas bases de uma tíbia busca espiritual que tampouco era para ele uma questão significativa.
E mais, Renê se sentia sempre “impulsionado por algo que batia em meu interior ao ponto de ser um jovem complicado, com mal gênio, violento, eu era desagradável”.
Desfrutava inclusive, recorda, quando se burlava das expressões de piedade das pessoas.
Uma esposa firme na oração e louvor
Marcela, a esposa, se refugiava pacientemente na oração. Ela desde jovem participava na pastoral de sua paróquia e ao se casar com Renê um de seus momentos de maior felicidade e consolo era participar de um grupo de louvor ao Espírito Santo.
Se algo tinha claro esta esposa é que não renunciaria à esperança de que seu esposo, algum dia, se convertesse.
No entanto, só a ideia de ter que ir com sua esposa à uma missa, causava uma explícita reação de compulsivo rechaço em Renê.
“Recordo que às vezes dizia para ela: «Como você pode ficar na catequese!»… mas usando palavras violentas, grosseiras. Minha esposa formou então um grupo de oração, regressava feliz e eu a recebia muito mal. Inclusive tentei forçá-la para que deixasse de ir à missa!”.
Por causa de um amigo, aceitou ir a um encontro especial
Mesmo não dobrando seus joelhos diante de nada nem ninguém, comentou Renê, talvez porque um amigo também recebesse o mesmo convite, aceitou ir a um Encontro de Pais no Espírito (EPE)… sem ter muita noção do que se tratasse aquilo.

“Tinha mais de 30 anos nesse ano de 1993 quando vivi aquela experiência onde o Senhor, durante o retiro, se pronunciou sutilmente… pura misericórdia de Deus. Como Ele sabia que eu era exigente, raivoso –que inclusive falava com duplo sentido, com muitos palavrões e tratando violentamente as pessoas-, se valeu de muitas pessoas para ser conquistado”, recorda, hoje sereno e emocionado.
Era Pentecostes e as recordações daquela jornada são intensas na memória de Renê: “Se até houve um casamento! Se falava do amor. Inclusive houve um homem que me abraçou, me tomou de repente, e me disse: «Eu te amo tal como você é». Nesse instante caí de joelhos e entendi... O Senhor foi sábio”.
O retiro foi o ponto de partida para uma série de acontecimentos que lentamente curaram Renê.
Entre eles, veio depois um encontro da Renovação Carismática Católica onde “vi que Deus estava vivo, não era uma história; vi autênticos milagres nas pessoas… o perdão, a cura espiritual e física”, proclama este convertido à fé.

Deixar de fumar, mudar de hábitos
E como na Sagrada Escritura se narra, também ele, que muito tinha recebido, aprendeu de igual forma a testemunhar… “Antes fumava muito, duas carteiras de cigarros ao dia. Recordo que em um retiro, um sacerdote nos disse que se queríamos deixar nossos vícios nos decidíssemos nesse instante e que o Senhor nos ia curar. E eu fiquei pensando. Nesse instante orei: «Senhor, eu tentado deixar de fumar por muitos anos, mas não pude… te entrego meus cigarros». Nesse momento não os joguei fora, passou pouco mais de um mês e então de improviso peguei os cigarros de meu bolso, busquei os que estavam no aparador de minha casa e os pus no lixo. A partir desse dia, prometi deixar de fumar”.
Renê recorda este passo a passo onde foi morrendo o “homem velho”, curando, libertando. Para ele compartilhar seu testemunho é gratidão com Deus… “Porque, quando Deus passou a estar em primeiro lugar, sobre todas as coisas, eu me enamorei completamente de minha esposa. É belo! porque quando dou a prioridade a Deus, transborda o amor”.
Com Marcela completou 28 anos de casamento, têm duas filhas e faz algum tempo é monitor dos Encontros de Pais no Espírito (EPE), os mesmos que iniciaram sua conversão.
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