Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO
O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

«Os católicos são firmes em sua fé»: isso atraiu o jovem hindu Chhetri em se batizar no Nepal.

ReligionenLibertad.com

Uma minoria que cresce em um país hindu em 80% hinduísta..

«Os católicos são firmes em sua fé»: isso atraiu o jovem hindu Chhetri em se batizar  no Nepal.
«Los católicos son firmes en su fe»: eso atrajo al joven hindú Chhetri a bautizarse en Nepal

Catedral da Assunção em Katmandu - tem que se tirar os sapatos e se sentar  nas almofadas.


ReL / AsiaNews  - 26 fevereiro 2014 - religionenlibertad.com


Siddhanta Chhetri, de 25 anos, é estudante universitário no Nepal  e no dia 23 de fevereiro p.p recebeu sua primeira comunhão na catedral da Assunção em Katmandu.

Convertido ao catolicismo de   origem hinduísta, o jovem declarou à Ásia News que ir à igreja o ajuda a superar seus problemas, e que boa parte dos jovens no Nepal vivem um hinduísmo feito de práticas vazias, que não preenchem de verdade.

"Vejo milhares de jovens nepaleses, sobretudo de religião hinduísta, que vivem uma espiritualidade árida e estão confusos", explica Chhetri.

"Falta-lhes um  verdadeiro guia. Também eu tinha dúvidas sobre minha vida e minha carreira. Quando comecei a frequentar de modo regular a igreja, a falar com os sacerdotes e outros jovens católicos, fui encontrando meu caminho".

A experiência pessoal de Chhetri é que o hinduísmo consiste em boa parte em práticas de mera tradição, ou inclusive superstição, que levam  um deserto espiritual a muitos jovens.

"Isto levou  muitos garotos a cair na criminalidade ou no uso de drogas. O que eu aprendi da Igreja é que a espiritualidade é um grande instrumento para melhorar. Os católicos são pessoas satisfeitas porque são sólidos na fé em Jesus e vivem segundo a Palavra de Deus", explica o jovem.

Chhatri completou seu caminho de catecúmeno na catedral da Assunção. "Neste momento-comenta a AsiaNews, Bhim Rai, un catequista- estamos preparando mais de 20 pessoas".

O Padre  Richard Rai, um sacerdote da catedral, explica: "Nós servimos a qualquer pessoa que nos necessite. As pessoas vem   ver-nos para um conselho, e nós os escutamos e assistimos segundo nosso sentir. E muitos, católicos e não católicos, visitam nossa igreja. Muitos aprendem a viver em Cristo"


Uma Igreja que nasce do zero
Nepal, encaixado no Himalaia, entre a colossal China e a gigantesca Índia, conta com 30 milhões de habitantes,   80% são de religião hindu e  11 % budistas. Os cristãos são uma ínfima minoria.

Considera-se que em 1960 não viviam no país nem dez cristãos. Mesmo tendo chegado missionários católicos portugueses já   no século XVII, sempre foi difícil criar missões. De 1810 a 1950, enquanto o cristianismo se estendia na Índia e África, por exemplo, não houve no Nepal nem um clérigo cristão, nem um missionário estrangeiro.

Hoje, contam com seu próprio bispo, nativo nepalês, o Vigário Apostólico Antony Francis Sharma, que lidera as comunidades católicas: 8 paróquias e 36 igrejas não paroquiais. Estes Natais foram os terceiros celebrados publicamente: a Monarquia nepalesa, que caiu em 2006, restringia muitíssimo a liberdade religiosa e os sinais públicos cristãos.

“Mesmo sendo hindu, eu gosto da festa do Natal. Muitos de meus amigos são cristãos e agora se converteram em uma tradição para nós trocarmos bons desejos e presentes. E na noite de Natal, acendo velas e oro pela paz”, comentava para a agência Ásia News, Niru Chanda, uma jovem indiana de 19 anos.

Nestes anos desde que caiu a monarquia, os católicos passaram a ser de uns 4.000 a mais de 10.000. Mantém mais de 20 escolas e oferecem instrução a dezenas de milhares de refugiados chegados do Butão, de cultura budista.

O que cresce com grande velocidade são as comunidades protestantes, sobretudo pentecostais, que são mais ágeis (e às vezes mais superficiais) em seu trabalho missionário. Há quem fale de um total de 1 o 2 milhões de cristãos já no  país.
 

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Kim Yu-na, a rainha da patinação artística, foi cativada pela ternura de umas freiras: é católica desde 2008.

ReligionenLibertad.com

Usou música do argentino Piazzola como um sinal ao Papa?

A Kim Yu-na, la reina del patinaje, le cautivó la ternura de unas monjas: es católica desde 2008

Kim Yu-na, a rainha da patinação artística, foi cativada pela ternura de umas freiras: é católica desde 2008.
Kim Yu-na ganhou a medalha de prata  em Sochi, com música de Astor Piazzola...  um convite ao Papa?

P. J. Gines/ReL- 21 fevereiro 2014-religionenlibertad.com

Deus a fez para patinar: seus  treinadores perceberam quando ela tinha 5 anos e se focou no esporte com os melhores formadores. Aos 12 anos era a campeã absoluta de patinação artística em seu país.

Em 20 de fevereiro p.p, em Sochi obteve a medalha de prata, com a música de “Adios, Nonino”, do argentino Astor Piazzola. Eis seu currículo impressionante:

- Medalha de ouro ( recorde mundial) nos Jogos Olímpicos de Vancouver 2010
- Campeã do Mundo (2009, 2013)
- Campeã dos Quatro Continentes (2009)
- Campeã do Grand Prix (2006-2007, 2009)
- Campeã da Coreia do Sul (2003-2006, 2013, 2014)
- Sub-campeã do Mundo (2010,2011)
- Sub-campeã do Grand Prix (2008)
- Medalhista de bronze no Mundial (2007-2008)

E é rica. Segundo a revista Forbes, a sexta desportista melhor paga  da história, sobretudo depois de sua medalha de ouro dos jogos de inverno de Vancouver 2010. Kim Yu-na é um  dos rostos mais populares da Coreia, amada por seus compatriotas… e as marcas comerciais.

Se usa Dior, se esgota nas lojas
Depois  que  a câmera  a mostrou usando um batom de Dior enquanto esperava seu turno para patinar, o produto se esgotou, detalha a Forbes. Dior patrocinou então todos seus produtos de maquiagem. A tecnológica sul coreana Samsung Electronics é outra de suas patrocinadoras, entre muitas outras. Seu rosto na televisão é sucesso certo. Às vezes, também canta.

Agora, após sua prata em Sochi, “destronada” pela jovenzinha russa Adelina Sotnikova, parece que Kim Yu-na se retirará dos circuitos de competição, algo que já havia anunciado. Está há 11 anos ganhando prêmios e está no mais alto. Adiantou a agência Yonhap que tratará de se converter em membro do Comitê Olímpico Internacional (COI).

E sem dúvida seguirá sua tarefa filantrópica e solidária. Desde 2009  doou publicamente 1,7 milhões de dólares para obras de caridade, especialmente ajudas a esportistas jovens sem recursos, danificados por tragédias naturais na Ásia, crianças enfermas, etc… muitas vezes através da seção coreana da Unicef. Provavelmente doou também muito sem publicidade.

Quase 6 anos como católica
Em 2008 ela e sua mãe se batizaram como católicas. Na Coreia os católicos sã uns 10% da população, mas é o país do mundo com mais batismos de adultos (leia aqui porque), com uma igreja vibrante, jovem e entusiasta.

Se o Papa Francisco for à Coreia, existem rumores, sem dúvida se encontrará com Kim Yu-na. Talvez por isso escolheu a música do músico argentino para sua atuação em Sochi:  um convite ao Papa?

Assim  viram os telespectadores coreanos



Kim Yu-na, como tantos outros esportistas de elite neste turbilhão competitivo, levava uma vida bastante solitária, concentrada, com seu pai, sua irmã, e sobretudo sua mãe e seus médicos. O médico mais relevante em sua carreira era o doutor Cho, católico devoto, que atende muitos esportistas… e também atrai pacientes católicos. Então na clínica Kim encontrava com freiras católicas que a surpreendiam especialmente por sua simpatia e ternura, conforme detalhou o jornal “Christian Post”.

A Virgem da Medalha Milagrosa
Em 2006-2007, com uma hérnia de disco e más condições físicas, decidiu competir no Campeonato do Mundo. Uma das freiras a presenteou com  uma medalhinha da Virgem (a Medalha Milagrosa, popular desde o século XIX). Colocou a medalha na competição, ficou em terceiro lugar e bateu um récordr de pontos… tudo um êxito para uma contundida!

Quis  saber mais da fé, e a cativou se encontrar  com o amor gratuito, incondicional de Jesus e a Virgem, um amor que não se fixa em sucessos e medalhas nem em lesões ou incapacidades. Não necessitava ser campeã de nada para receber esse amor e ser transformada por ele!

O sacerdote que preparou a Kim Yu-na e  sua mãe para o batismo declarou que tinha se impressionado com a fome da jovem em conhecer mais e a alegria que encontrava na fé, e que absorvia cada ensinamento com um entusiasmo e pureza que a maravilhava.

Nome de cristã: Stella
Em maio de 2008 mãe e filha se batizaram. Ela tomou o nome de batismo de Stella, por causa dos nomes marianos: Stella Maris, Stella Matutina…


O cardeal de Seul, Nicholas Cheong Jin-suk, está encantado com a patinadora: “Stella Kim chegou ao coração de todos os coreanos e lhes deu muita felicidade porque  superou diversas dificuldades e deu o melhor de si mesma”, declarou após os jogos de Vancouver.



Ela se persigna antes de competir (no vídeo o vemos em competições de 2008 e posteriores), no geral já na pista durante os momentos de aquecimento. Em várias ocasiões se   viu os espectadores nos estádios fazê-lo, quase sem perceber, ao mesmo tempo que ela.

A competição da vida
Retirada da competição esportiva, fica a competição da vida. Tem muito claro -e lhe dá humildade- que em seu caso a ajudaram já desde menina: "Meus treinadores me disseram que meus músculos e a estrutura do corpo eram perfeitos para patinar. Nasci com um bom instrumento, talvez mais que o talento e tive sorte que meus treinadores notaram isso desde o princípio e me ajudaram a desenvolver todas as habilidades, muita gente não sabe que nascem dessa maneira".

Talvez por isso tem especial sensibilidade na ajuda às crianças. Em 2012, por exemplo, entregou quase 60.000 dólares para um programa dos salesianos (com uma rede forte na Coreia) que quer construir 100 escolas primárias no devastado Sudão do Sul. O padre Donatti, missionário salesiano famoso na Coreia, disse que a escola construída com a doação de Kim terá seu nome.



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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Os dez dias que viveu o bebê Zion comoveram o mundo e «os aproximaram do céu» para seus pais e irmãos. O pequeno os fez ver que somos de Deus e para Deus.

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O pequeno os fez ver que somos de Deus e para Deus

Los diez días que vivió el bebé Zion conmueven al mundo y «acercan el cielo» a sus padres y hermanos

Os dez dias que viveu o bebê Zion comoveram o mundo e «os aproximaram do céu» para seus pais e irmãos


Os seis membros da família Blick celebraram cada dia da vida de seu menor membro.

C.L./ReL- 14 fevereiro 2014-religionenlibertad.com

Quando Robbyn estava de vinte semanas de gravidez, soube que a criança que carregava dentro de si tinha a síndrome de Edwards, também conhecida como trissomia 18, uma alteração cromossômica que produz graves problemas nos órgãos internos do feto. Se sobreviver ao parto, normalmente a criança morre dentro de seu primeiro mês de vida extra-uterina.

Ela e seu marido Josh Blick, pais de outros quatro filhos, não   duvidaram, apesar de que sugeriram que abortasse: "Nossa escolha é sempre a vida e lhe dar  uma oportunidade", afirmou a jovem. E assim nasceu Zion em 11 de janeiro deste ano, levando a alegria a este matrimônio de Illinois (Estados Unidos), onde ele é pastor da comunidade cristã de Alpine Chapel. Decidiram que cada dia dos que tivessem o pequeno em casa seria o absoluto protagonista de sua vida.

Cada minuto
Porque tinham prognosticado que morreria durante a gravidez, primeiro; durante o parto, depois; aos poucos minutos de nascer, quando nascesse. Mas o pequeno, que pesou 2,1 kg, resistia, e teve forças suficientes para conhecer o lar familiar durante uma semana. "Foi nossa maior alegria. Nossos filhos rezavam continuamente para que pudesse vir para casa", conta sua mãe: " Foram uma alegria e uma plenitude tão grandes!".

Desde que entrou pela porta gravaram em vídeo os melhores momentos da existência de Zion, sem saber quanto duraria. "Literalmente não o tirei dos braços em sete dias", disse Robbyn: "Foi querido e mimado cada segundo de sua vida".Deu-lhes tempo para celebrar com um bolo sua primeira semana. No nono dia teve alguns  problemas de respiração, que conseguiu superar.

Morte em paz
Mas no dia seguinte Deus o levou consigo após uma morte "em paz e perfeita" rodeado dos seus: "Está com Jesus, que é onde melhor pode estar", transmitiram os Blick aos seus quatro desconsolados pequenos.

O jovem casal preparou um vídeo e o colocou na Rede (ver abaixo), e se  converteu em viral, além de ser mostrado por televisões de todo o mundo.

http://videos.religionenlibertad.com/video/nmePtiRbeZ/Los-10-dias-que-vivio-Zion-regalo-de-Dios

Dão graças a Deus

"Meu doce e precioso Zion, você é meu presente", disse Robbyn nele: "Cada vez que respirava era um momento para respirar a beleza da perfeição de Deus. Cada batimento de seu coração era uma medida de amor. Quando escutou a voz de seu pai, olhou para ell. Beijei seu rosto um milhão de vezes, e queria ter podido beijar um milhão de vezes mais".

No vídeo também se escuta a voz de Josh: "Quero que saiba que não tem que ser grande ou alto nem gritar para nos chamar. Não teve que subir  em um púlpito nem escrever um livro para chamar nossa atenção. Simplesmente, fez. Fez  em seus dez dias sobre a terra mais do que jamais pude esperar. É a coisa mais difícil que  já vivi. Mas quero que saiba quanto orgulhoso  estou de você".

Os Blick dão graças a Deus por permitir que Zion tenha formado parte de suas vidas. E é também a mensagem que  querem transmitir: que essa vida que lhes propuseram suprimir tinha um sentido. "Ele fez o céu um pouquinho mais próximo de nosso coração", disseram ambos dirigindo-se ao Senhor: "Seu amor por ele nos recorda cada dia para que vivemos. Obrigada por compartilhar  Zion conosco".



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