Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

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O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

quinta-feira, 24 de março de 2011

O Beato Aníbal di Francia se converteu em seu confessor extraordinário e revisor de seus escritos, que pouco a pouco eram regularmente examinados e aprovados pela autoridade eclesiástica.

Santo Anibal Maria Di Francia


(continuação das "Memórias da Serva de Deus Luisa Piccarreta")

No início do século, nossa gente teve a sorte de ver ao Beato Aníbal Maria de Francia, que queria abrir uma casa, tanto masculina como feminina, de sua nascente congregação, em Trani.

Quando teve notícia de Luisa Piccarreta, foi visitá-la, e desde esse momento estas duas grandes almas estiveram inseparavelmente unidas por propósitos comuns.

Também outros ilustres sacerdotes frequentaram a Luisa, como, por exemplo, o jesuíta padre Gennaro Braccali, o padre Eustachio Montemurro, que morreu com fama de santidade, e Dom Ferdinando Cento, Núncio apostólico e Cardeal da Santa Madre Igreja.

O Beato Aníbal se converteu em seu confessor extraordinário e revisor de seus escritos, que pouco a pouco eram regularmente examinados e aprovados pela autoridade eclesiástica. Em 1926, aproximadamente, o Beato Aníbal ordenou a Luisa que escrevesse um caderno de memórias sobre sua infância e sua adolescência.

O Beato Aníbal publicou vários escritos de Luisa, entre os que se fez muito famoso o livro "Assista a Paixão", que teve varias edições, exatamente quatro. Em 7 de outubro de 1928, completada a casa das religiosas da congregação do Divino Zelo em Corato, para cumprir o desejo do mesmo Beato Aníbal, Luisa foi trasladada ao convento.

O Beato Aníbal já havia morrido com fama de santidade em Messina.
Em 1938 sobre Luisa Piccarreta se abateu uma tremenda tempestade: foi publicamente condenada por Roma e seus livros foram incluídos no Índice. Apenas conheceu a condenação do Santo Ofício, ela se submeteu imediatamente à autoridade da Igreja.

De Roma, enviado pelas autoridades eclesiásticas, se apresentou um sacerdote que lhe pediu todos seus manuscritos; Luisa os entregou pacífica e prontamente. Assim todos seus escritos ficaram guardados nos arquivos do Santo Ofício.

Em 7 de outubro de 1938, por disposições superiores, Luisa teve que abandonar o convento e encontrar uma nova habitação. Passou seus últimos nove anos de vida numa casa, situada na rua Madalena, lugar que os anciãos de Corato conhecem bem e de onde, em 8 de março de 1947, viram sair seus restos mortais.

O estilo de vida de Luisa foi muito modesto. Possuia pouco ou nada. Vivia numa casa de aluguel, assistida amorosamente por sua irmã Angelina e por algumas mulheres piedosas.

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