Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

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O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"Todas as dúvidas que não havim se esclarecido nos meus estudos teológicos foram dissipadas por Luisa. Certamente Luisa tinha o dom da ciência infusa».


 "Memórias da Serva de Deus Luisa Piccarreta"

Da Serva de Deus Luisa Piccarreta escutei falar muito também dos seguintes padres. O padre Giovanni De Bellis, sempre convidado à Corato para pregação, ia nessas ocasiões à casa de Luisa.

O padre Giovanni, meu irmão de comunidade no convento de Trinitapoli, enquanto eu era superior e pároco, muitas vezes me falava de Luisa Piccarreta e do Santo Anibal Maria de Francia, a quem havia conhecido pessoalmente.

Teve a sorte de assistir aos últimos momentos da vida do padre Giovanni, que morreu na venerável idade de noventa e dois anos.

Este padre morreu completamente imerso na oração, com as mãos juntas e com o rosário entre as mãos. Suas últimas palavras foram: «Faça-se a Vontade de Deus». Era o ano de 1982.

O padre Terenzio de Campi Salentini também sentia grande veneração pela Serva de Deus Luisa Piccarreta e cada vez que se encontrava comigo, me falava dela.

 Foi ele quem me anunciou que se havia iniciado o processo de beatificação do padre Anibal, confessor de Luisa.

Quando eu era jovem novíço no convento de Alessano, o padre Terenzio era superior. Um dia me deu este testemunho: «Eu passei um período de crise de fé e um dia fui à casa de Luisa, que me escutou benignamente.

Esclareceu todas minhas dúvidas e me deu explicações teológicas tão claras e profundas que foram para mm uma revelação. Todas as dúvidas que não havim se esclarecido nos meus estudos teológicos foram dissipadas por Luisa.

Certamente Luisa tinha o dom da ciência infusa».

O padre Guglielmo da Barletta, um dos sacerdotes mais ilustres da Província, várias vezes ministro provincial, reitor de nosso estudantado de teologia, um dia, durante uma aula de ascética, falou do Venerável padre Anibal e de suas obras.

Falou longamente de "As Horas da Paixão" e do livro "Maria no Reino da Divina Vontade".

Ao referir-se a Luisa Piccarreta disse estas palabras: «É uma alma grande e maravilhosa. Nós no somos nem sequer somos uma unha dessa alma». O padre Guglielmo não me disse se havia conhecido diretamente a Luisa.

Quase todos nossos antigos padres tiveram contatos diretos com Santo Anibal e com Luisa Piccarreta. Entre eles merece recordar também aos seguintes: Pe. Zaccaria da Triggiano, várias vezes provincial; Pe. Fedele da Montescaglioso; Pe. Giuseppe da Francavilla Fontana; Pe. Tobia da Triggiano; Pe. Antonio da Stigliano, que deixou alguns escritos sobre o Servo de Deus Frade Dionisio da Barletta; Pe. Arcangelo da Barletta, também ele provincial; Pe. Pio da Triggiano, provincial; Pe. Gabriele da Corato; Pe. Timoteo d'Acquarica, grande amigo do último confessor de Luisa, Dom Benedetto Calvi, em cuja paróquia pregou muitas vezes (ele assistiu também o traslado dos restos mortais de Luisa desde o cemitério até a igreja e concelebrou na Igreja Mãe a função de abertura do processo de beatificação da Serva de Deus Luisa Piccarreta); Pe. Salvatore da Corato, do qual falarei em um capítulo à parte.

Muitos irmãos leigos, que iam à Corato para pedir esmola, não deixavam de visitar Luisa: Frade Ignazio, Frade Abele, Frade Rosario, Frade Vito, Frade Crispino, os quais sempre me falaram com entusiasmo de Luisa, pela qual sentiam grande veneração.

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