"Memórias da Serva de Deus Luisa Piccarreta"
Vol. 12, 12 de julho de 1918
Estava rezando com certo temor e ansiedade por uma alma moribunda e meu amável Jesus, ao vir, me diz:
« Minha filha, por que temes? Não sabes tu que por cada palavra sobre minha paixão, cada pensamento, cada compaixão, cada reparação e lembranças de minhas dores, se estabelecem tantas comunicações, como de electricidade, entre a alma e Eu, e por tanto a alma se vai adornando com tantas múltiplas e diferentes classes de belezas?
Esta alma fez as 'Horas de minha Paixão' e Eu a receberei como filha de minha paixão, vestida e adornada con minhas chagas.
Esta flor cresceu em teu coração e Eu a abençoo e a recebo no meu como uma flor predileta. »
E enquanto Ele dizia isto, se desprendia uma flor de meu coração e emprendia o voo para Jesus.
Alma Solitária (Luisa Piccarreta)


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