Em tudo fazer a Vontade de Deus

Nisto consiste a felicidade neste nosso caminhar. Não esqueçamos que estamos a caminho do Paraíso e não vivamos como se aqui já fosse o Paraíso, disse São Gregório.

DIVINO PAI ETERNO

DIVINO PAI ETERNO
O olhar do Pai sobre nós, seus filhos que tanto ama.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Jesus me fez entender que nós não conhecemos a grandeza, a doçura, a paternidade, a longanimidade, a misericórdia, a temperança, a providência, a atenção materna, a afabilidade atenta que o Pai tem por cada um de nós.



Eu joguei tudo nas mãos da Madonna e me aportei no Sagrado Coração de Jesus e na escola de um tal Coração senti todas as batidas, todos os desejos, toda chama.

Horizontes ilimitados, aurora belíssima, infinito amor. Como me senti pequenina! Mas aonde eu deveria trazer Jesus? Ao conhecimento do Pai, do dulcíssimo amor do pai.


Jesus me fez entender que nós não conhecemos a grandeza, a doçura, a paternidade, a longanimidade, a misericórdia, a temperança, a providência, a atenção materna, a afabilidade atenta que o Pai tem por cada um de nós.


O Pai deu para nós seu único Filho e Jesus veio para fazer conhecer ao Pai, por meio d'Ele que é o caminho. E a única oração que ensinou foi o "Pai Nosso"....


Juntos ao amor pelo Pai nasce uma necessidade tão grande de unidade.


É o Coração de Jesus que se entregou a Ele e transmitiu o seu pulsar próprio: "Eu já era atormentada desde pequena pelo pensamento de tantos dissidentes, cismáticos, etc. para quem os pais fizeram-nos rezar e não vieram a entender, porque eles não estavam unidos, porque não tinham sido criados sabendo amar e servir a Deus como nós fazemos.

De jovem operária, não podendo mais participar da leitura espiritual que se fazia em família, eu tinha o hábito de fazê-lo por minha conta a leitura do Evangelho.

Era sempre atraída para a oração sacerdotal de Jesus, especialmente quando, imediatamente após a instituição do Sacramento da Unidade, ora ao Pai, para que todos "Sejam um." Mas porque Jesus reza somos "um"? Nós somos tão divididos?

 Essas reflexões me causavam grande sofrimento, mas cada vez que abria o Evangelho, era forçada a ler sempre essa música.




Mas então vejo que mesmo num convento, entre nós religiosas, que  havia de ter sempre cuidado para não quebrar o silêncio e a harmonia da comunidade.

Diante de Deus, posso dizer que com a sua ajuda eu nunca me defendi das vãs acusações, nunca acusei ninguém, nem voluntariamente ofendi: sofri, mas eu preferi sofrer a fim de manter
unidade e continuar a amar. Porque só no amor existe unidade.


Nenhum comentário:

Postar um comentário