Desejo também que cada família exponha à vista de todos a imagem que mais tarde farei conhecer a minha "filhinha".

(continuação da "Mensagem do Pai" à Madre Eugenia Ravasio)
Não penseis que Eu seja esse terrível velho que os homens representam em suas imagens e em seus livros!
Não, não, Eu não sou nem mais jovem nem mais velho que meu Filho e que meu Espírito Santo.
Por tanto quisera que todos, desde o mais pequenino até o ancião, me chamem com o nome familiar de Pai e de amigo, pois Eu estou sempre convosco, e me faço semelhante a vós para facer-vos semelhantes a Mim.
Quão grande seria minha alegria ao ver que os homens ensinam as suas crianças a chamar-me à miúdo com o nome de Pai, como sou realmente! Como desejaria infundir nessas jovens almas uma confiança e um amor todo filial por Mim! Eu tenho feito tudo por vós; não faríeis isto por Mim?
Quisera estabelecer-me em cada família com meu domínio para que todos possam dizer com segurança: "temos um Pai que é infinitamente bom, imensamente rico e muito misericordioso.
Ele pensa em nós e está perto de nós, nos vê, nos sustenta e nos dará tudo o que nos falta, se o pedimos. Todas as riquezas são nossas, nós temos tudo o que necessitamos".
Precisamente estou ali para que me peçais o que vos é necessário: "Pedi e recebereis". Com minha paternal bondade vos darei tudo, como verdadeiramente faço, sempre que todos saibam considerar-me como um verdadeiro Pai vivo no meio de meus filhos.
Desejo também que cada família exponha à vista de todos a imagem que mais tarde farei conhecer a minha "filhinha".
Desejo que cada família se ponha debaixo de minha proteção, muito especial, para que possam glorificar-me mais facilmente.
Ali, cada dia, a família me fará conhecer suas necessidades, seus trabalhos, suas penas, seus sofrimentos, seus desejos e também suas alegrias, porque um Pai tem que saber tudo o que se refere a seus filhos.
Seguramente Eu o sei, dado que estou ali, porém Eu gosto muito da simplicidade. Eu sei dobrar-me a vossas condições.
Torno-me pequeno com os pequenos, torno-me adulto com os homens adultos, com os anciãos me torno semelhante a eles, para que todos compreendam o que quero dizer-lhes de sua santificação e de minha Glória.
A prova do que vos digo, não a tendes já em meu Filho que se fez pequeno e fraco como vós? Não a tendes também agora, vendo-me aqui que vos falo?
E, para que possais entender o que quero dizer-vos, não escolhi, para falar-vos, a uma pobre criatura como vós? E agora, não me faço semelhante a vós?
Vejam, pus minha coroa a meus pés e o mundo sobre meu coração.
Deixei minha Glória no Céu e vim aqui dando-me todo para todos, pobre com os pobres e rico com os ricos.
Quero proteger a juventude como um terno Pai. Há tanto mal no mundo! Estas pobres almas inexperientes se deixam seduzir pelas lisonjas do vício que, pouco a pouco, as conduzem à ruína total.
Oh, vós que necessitais especialmente de alguém que vos cuide na vida para que possais evitar o mal, vinde a Mim! Eu sou o Pai que vos ama mais do que nenhuma outra criatura poderá nunca amar-vos!
Refugiai-vos perto, perto de Mim, confiai-me vossos pensamentos e desejos. Eu vos amarei ternamente. Darei-vos graças para o presente e abençoarei vosso porvir.
Podeis estar seguros de que não vos esqueço, nem depois de quinze, vinte e cinco ou trinta anos, nem desde que vos criei. Vinde! Vejo que necessitais muito de um Padre doce e infinitamente bom como Eu.
Sem extender-me em muitas coisas que seria oportuno dizer aqui, porém que poderei dizer mais tarde, quero agora falar de modo particular às almas dos que me escolheram, sacerdotes e religiosos: para vós, filhos queridos de meu amor, tenho grandes projetos!


(continuação da "Mensagem do Pai" à Madre Eugenia Ravasio)
Não penseis que Eu seja esse terrível velho que os homens representam em suas imagens e em seus livros!
Não, não, Eu não sou nem mais jovem nem mais velho que meu Filho e que meu Espírito Santo.
Por tanto quisera que todos, desde o mais pequenino até o ancião, me chamem com o nome familiar de Pai e de amigo, pois Eu estou sempre convosco, e me faço semelhante a vós para facer-vos semelhantes a Mim.
Quão grande seria minha alegria ao ver que os homens ensinam as suas crianças a chamar-me à miúdo com o nome de Pai, como sou realmente! Como desejaria infundir nessas jovens almas uma confiança e um amor todo filial por Mim! Eu tenho feito tudo por vós; não faríeis isto por Mim?
Quisera estabelecer-me em cada família com meu domínio para que todos possam dizer com segurança: "temos um Pai que é infinitamente bom, imensamente rico e muito misericordioso.
Ele pensa em nós e está perto de nós, nos vê, nos sustenta e nos dará tudo o que nos falta, se o pedimos. Todas as riquezas são nossas, nós temos tudo o que necessitamos".
Precisamente estou ali para que me peçais o que vos é necessário: "Pedi e recebereis". Com minha paternal bondade vos darei tudo, como verdadeiramente faço, sempre que todos saibam considerar-me como um verdadeiro Pai vivo no meio de meus filhos.
Desejo também que cada família exponha à vista de todos a imagem que mais tarde farei conhecer a minha "filhinha".
Desejo que cada família se ponha debaixo de minha proteção, muito especial, para que possam glorificar-me mais facilmente.
Ali, cada dia, a família me fará conhecer suas necessidades, seus trabalhos, suas penas, seus sofrimentos, seus desejos e também suas alegrias, porque um Pai tem que saber tudo o que se refere a seus filhos.
Seguramente Eu o sei, dado que estou ali, porém Eu gosto muito da simplicidade. Eu sei dobrar-me a vossas condições.
Torno-me pequeno com os pequenos, torno-me adulto com os homens adultos, com os anciãos me torno semelhante a eles, para que todos compreendam o que quero dizer-lhes de sua santificação e de minha Glória.
A prova do que vos digo, não a tendes já em meu Filho que se fez pequeno e fraco como vós? Não a tendes também agora, vendo-me aqui que vos falo?
E, para que possais entender o que quero dizer-vos, não escolhi, para falar-vos, a uma pobre criatura como vós? E agora, não me faço semelhante a vós?
Vejam, pus minha coroa a meus pés e o mundo sobre meu coração.
Deixei minha Glória no Céu e vim aqui dando-me todo para todos, pobre com os pobres e rico com os ricos.
Quero proteger a juventude como um terno Pai. Há tanto mal no mundo! Estas pobres almas inexperientes se deixam seduzir pelas lisonjas do vício que, pouco a pouco, as conduzem à ruína total.
Oh, vós que necessitais especialmente de alguém que vos cuide na vida para que possais evitar o mal, vinde a Mim! Eu sou o Pai que vos ama mais do que nenhuma outra criatura poderá nunca amar-vos!
Refugiai-vos perto, perto de Mim, confiai-me vossos pensamentos e desejos. Eu vos amarei ternamente. Darei-vos graças para o presente e abençoarei vosso porvir.
Podeis estar seguros de que não vos esqueço, nem depois de quinze, vinte e cinco ou trinta anos, nem desde que vos criei. Vinde! Vejo que necessitais muito de um Padre doce e infinitamente bom como Eu.
Sem extender-me em muitas coisas que seria oportuno dizer aqui, porém que poderei dizer mais tarde, quero agora falar de modo particular às almas dos que me escolheram, sacerdotes e religiosos: para vós, filhos queridos de meu amor, tenho grandes projetos!

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