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Zbigniew Stankevics, voz potente para com a vida e a família
Quase foi abortado, foi comunista, fez yoga, tomou Jesus como Mestre… e agora é arcebispo
O arcebispo Stankevics de Riga exemplifica com sua vida os avatares étnicos e espirituais da Europa Oriental, e toma com força sua identidade católica
Pablo J. Gines/ReL - 29 octubre 2014 - religionenlibertad.com
Uma das vozes que soaram com mais força no passado Sínodo da Família em defesa da doutrina católica sobre o matrimônio e a família foi a do arcebispo de Riga (Letônia), Zbigniew Stankevics, um homem com um passado peculiar: pressionaram sua mãe para que o abortasse, teve formação científica em inteligência artificial, foi membro da juventude do Partido Comunista, durante anos buscou o sentido da vida no yoga e nas religiões orientais e tomou Cristo como Mestre (e Senhor) em um grupo ecumênico na Moscou soviética.
Um país que se divorcia em 77%
Com uma taxa de divórcio de 77% os letões sabem quase tudo sobre a desestruturação da família. Stankevics fala, no entanto, que os que se casam pela Igreja na Letônia só registram uma taxa de ruptura de 14%, apesar do ambiente divorcista do país.
Durante o Sínodo, Stankevics falou na Rádio Vaticana com ideias claras: “A missão dos padres sinodais não é fazer uma abertura mal definida, mas aplicar na situação atual o ensinamento da Igreja”.
E acrescentou: “temos de enfrentar os desafios contemporâneos sem perder nossa identidade católica e sem renunciar à verdade sobre o matrimônio”.
De volta a Riga após o Sínodo, o arcebispo assegurou à imprensa local: “O ensinamento da Igreja não mudou nem se espera que mude. Nem o Sínodo nem o Papa podem mudar o que está escrito no Evangeho, que contém as verdades fundamentais. O problema hoje consiste em reavivar essa realidade”.

Sem medo de ir contra-corrente
Stankevics é um homem corajoso que nunca se importou de ir contra-corrente. Por exemplo, muitos nacionalistas letões o criticaram quando propôs que seria bom que todos na Letônia conhecessem o idioma russo, que tem como próprio quase um terço da população, mas que o resto associa com a odiada ocupação soviética que durou de 1940 a 1990.
“Eu gosto de me comunicar com as pessoas em seu próprio idioma”, explicou ele. “Tenho familiares com os quais falo em polonês, outros em russo e outros em letão. Em família só usamos o polonês; na escola usava o letão; usava o russo no grupo Ecumênico e o uso muito para ler literatura. Depois aprendi inglês e italiano”.
Quando planejaram abortá-lo
Outro momento em que chamou a atenção do povo letão (ali só 20% da população é católica) foi quando se debatia para ampliar o aborto no país em 2002. Ele na época era um simples sacerdote recém ordenado.
Revelou em um texto intitulado “Porque fui afortunado” que era um sobrevivente do aborto: pressionaram sua mãe para que o abortasse.
As pressões não eram de ninguém de longe: era sua própria tia, irmã dela, médica, que lhe dizia que abortasse por uma causa “gravíssima”: ter 40 anos. Por sorte, a mãe de Stankevics, de fé católica e origem polonesa, se negou apesar do ambiente abortista generalizado da era soviética.
O padre Stankevics em 2002 insistiou em proclamar o ensinamento católico: “A Igreja sempre manteve que qualquer aborto intencionalmente provocado é moralmente mau”. Contudo, a Letônia aprovou o aborto livre durante as 12 primeiras semanas de gravidez, porém debido a mudanças de hábitos e econômicas e ao esforço de organizações pró-vida o aborto foi decaíndo no país: em 1991, com ritmos ainda soviéticos, havia quase 45.000 abortos (frente a 34.000 nascimentos vivos). Em 2011 os abortos eram 7.000 ao ano.
Do marxismo ao karatê e o yoga
A história de fé de Stankevics é a de alguém que busca contra-corrente.
Na infância deixou a fé católica de sua mãe e assumiu os ensinamentos, com aparência tão científicas e racionais, do marxismo que lhe ensinavam na escola.

Propaganda soviética em letão
“Na época soviética nos lavaram o cérebro com a ideologia e acreditei no marxismo”, explica rindo para a revista bielorrussa Cerkov.by. “Esta ideologia nos livros ficava muito bem, como teoria, mas sua encarnação na vida real era terrível. Com o tempo decidi seguir buscando com ajuda da ciência. Deram-me para escolher como campo profissional entre a física nuclear, a cibernética e a inteligência artificial. Escolhi esta última”.
E aprendendo o que é a inteligência leva a aprender o que é a alma. E o homem.
Também notava na natureza: havia escalada e passeava pela montanha. Uma vez esteve 21 dias viajando a pé pela natureza, dormindo sempre no chão em saco de dormir. E notava que havia algo mais.
Entendeu que o material não é tudo, que havia um mistério, algo sagrado e transcendente, na existência.
“Alguns flashes deste mistério os entrevi quando comecei a fazer karatê. Sua filosofia me levou ao yoga, e ali descobri o que negava o marxismo: descobri que há uma dimensão espiritual na existência”.
Não lhe interessava o cristianismo, que apenas conhecia e lhe parecia algo velho e caduco. Pensou que as religiões orientais marcavam o caminho. E se focou no yoga.
“Praticava o yoga muito a sério. Cada dia praticava, sentado na posição de loto. Porém depois de alguns anos entrei em crise. Entendi que Deus existia, sim, mas que não podia conectar-me com Ele. O yoga não me ajudava a conseguir este objetivo. Passavam os anos e continuava longe de conseguir. Nesse momento me encontrei com alguns jovens cristãos, de distintas denominações, que estavam juntos no grupo Ecumena, primeiro em Moscou, depois em Riga. Entre eles me senti conpreendido”.
Todo yogui busca um Mestre, alguém que lhe ensine como contactar com o absoluto, com a iluminação. E o jovem Stankevics decidiu tomar como mestre a Jesus.
“Senti que o Mestre que eu em vão buscava no yoga e através do qual podia aproximar-me de Deus era Jesus, o Cristo”.
Avisando a Juventude Comunista
Assim começou sua aproximação da fé cristã. Durante 10 anos foi um jovem engenheiro, que lia livros sobre o cristianismo e crescia na fé.
Em certo momento, como era membro do Konsomol, a juventude comunista, teve que tomar partido, ou melhor dizendo, deixar o partido.
A princípio muitos colegas engenheiros o viam como alguém peculiar, um “crente”, mas sem pressioná-lo. Finalmente foi ao comitê do Konsomol e declarou que suas crenças eram contrárias aos estatutos da organização e que acreditava em Deus. "Aí veio o pânico", recorda.
Tentaram lhe convencer de que o que enobrece ao homem é acreditar no partido, não em Deus. Como ele não cedia, o tiraram da militância.

Jovens do Konsomol letão desfilavam orgulhosos em Riga, na década de 80, com seus uniformes de Fusileiros Vermelhos Letões... hoje a simbologia comunista, como a nazista, estão proibidas na Letônia
“O comunismo se equivoca sobretudo na compreensão da pessoa”, explica anos depois Stankevics. “O comunismo vê o ser humano como um cruel produto da matéria. Por que caiu o socialismo? A economia foi só uma causa secundária. Na realidade, era o homem que se afogava por falta de ar!”
Em 1990, caiu o Muro de Berlim e independentes os países bálticos, começou a estudar teologia em Lublin; foi ordenado sacerdote em 1996, continuou seus estudos em Roma e em 2010 Bento XVI o nomeou Arcebispo de Riga.
A ideologia do prazer e o materialismo
A situação atual é também época de desafios. “Até então o ateísmo era teórico, agora vivemos um materialismo prático”, lamenta. Condena “a ideologia do bem estar, da carreira pelo poder, a riqueza, o prazer. Tragamos sem pestanejar porque não tínhamos fundamentos espirituais”, explica, aludindo aos países pós-soviéticos.
Defendendo o celibato
Stankevics defende a tradição da Igreja Católica do celibato sacerdotal, que é estranha para os letões luteranos (25% da população, com pastores casados) e para os ortodoxos ( 35%, com monges e bispos celibatários mas que ordenam párocos a homens casados).
“A lógica do celibato é simples: Jesus não era casado, era completamente dedicado à vontade do Padre Celeste”, explica. “Quando uma pessoa aceita esse chamado, quando assume conscientemente este sacrifício, se torna fértil, isso se converte em um carisma. Porque pelas próprias forças naturais não podemos, só Deus com sua graça nos torna capazes. O homem casado serve, antes de tudo, a sua família. Não tendo família, pode dedicar o melhor à paróquia, à diocese, ao povo”, assegura o arcebispo.
Que as pregações sejam entendidas
Stankevics assinala que um problema comum na “cristandade” atual é que hoje “o idioma da pregação deve aproximcar-se das pessoas”, que faz falta talento e dar “sermões anunciadores”.
“Se o número de paroquianos não aumenta, o sacerdote deveria refletir. Por que? O povo muitas vezes não recebe um alimento espiritual adequado, não se sente acolhido, sente frio no templo, o amor é resfriado”.
E explica qual é sua prioridade hoje: “Meu objetivo estratégico é o renascimento espiritual da Letônia, convido a cooperar e considero aliadas todas as pessoas de boa vontade”. Isso inclui os ortodoxos: “não somos competidores mas aliados. Há tantas pessoas sem fé que temos trabalho suficiente na salvação dos perdidos”.
(Com material de Grani.lv, LifeSiteNews, Pribalt.info e Cerkov.by)
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http://religionenlibertad.com/casi-lo-abortaron-fue-comunista-hizo-yoga-tomo-a-jesus-como-38414.htm
Zbigniew Stankevics, voz potente para com a vida e a família
Quase foi abortado, foi comunista, fez yoga, tomou Jesus como Mestre… e agora é arcebispo
O arcebispo Stankevics de Riga exemplifica com sua vida os avatares étnicos e espirituais da Europa Oriental, e toma com força sua identidade católica
Pablo J. Gines/ReL - 29 octubre 2014 - religionenlibertad.com
Uma das vozes que soaram com mais força no passado Sínodo da Família em defesa da doutrina católica sobre o matrimônio e a família foi a do arcebispo de Riga (Letônia), Zbigniew Stankevics, um homem com um passado peculiar: pressionaram sua mãe para que o abortasse, teve formação científica em inteligência artificial, foi membro da juventude do Partido Comunista, durante anos buscou o sentido da vida no yoga e nas religiões orientais e tomou Cristo como Mestre (e Senhor) em um grupo ecumênico na Moscou soviética.
Um país que se divorcia em 77%
Com uma taxa de divórcio de 77% os letões sabem quase tudo sobre a desestruturação da família. Stankevics fala, no entanto, que os que se casam pela Igreja na Letônia só registram uma taxa de ruptura de 14%, apesar do ambiente divorcista do país.
Durante o Sínodo, Stankevics falou na Rádio Vaticana com ideias claras: “A missão dos padres sinodais não é fazer uma abertura mal definida, mas aplicar na situação atual o ensinamento da Igreja”.
E acrescentou: “temos de enfrentar os desafios contemporâneos sem perder nossa identidade católica e sem renunciar à verdade sobre o matrimônio”.
De volta a Riga após o Sínodo, o arcebispo assegurou à imprensa local: “O ensinamento da Igreja não mudou nem se espera que mude. Nem o Sínodo nem o Papa podem mudar o que está escrito no Evangeho, que contém as verdades fundamentais. O problema hoje consiste em reavivar essa realidade”.

Sem medo de ir contra-corrente
Stankevics é um homem corajoso que nunca se importou de ir contra-corrente. Por exemplo, muitos nacionalistas letões o criticaram quando propôs que seria bom que todos na Letônia conhecessem o idioma russo, que tem como próprio quase um terço da população, mas que o resto associa com a odiada ocupação soviética que durou de 1940 a 1990.
“Eu gosto de me comunicar com as pessoas em seu próprio idioma”, explicou ele. “Tenho familiares com os quais falo em polonês, outros em russo e outros em letão. Em família só usamos o polonês; na escola usava o letão; usava o russo no grupo Ecumênico e o uso muito para ler literatura. Depois aprendi inglês e italiano”.
Quando planejaram abortá-lo
Outro momento em que chamou a atenção do povo letão (ali só 20% da população é católica) foi quando se debatia para ampliar o aborto no país em 2002. Ele na época era um simples sacerdote recém ordenado.
Revelou em um texto intitulado “Porque fui afortunado” que era um sobrevivente do aborto: pressionaram sua mãe para que o abortasse.
As pressões não eram de ninguém de longe: era sua própria tia, irmã dela, médica, que lhe dizia que abortasse por uma causa “gravíssima”: ter 40 anos. Por sorte, a mãe de Stankevics, de fé católica e origem polonesa, se negou apesar do ambiente abortista generalizado da era soviética.
O padre Stankevics em 2002 insistiou em proclamar o ensinamento católico: “A Igreja sempre manteve que qualquer aborto intencionalmente provocado é moralmente mau”. Contudo, a Letônia aprovou o aborto livre durante as 12 primeiras semanas de gravidez, porém debido a mudanças de hábitos e econômicas e ao esforço de organizações pró-vida o aborto foi decaíndo no país: em 1991, com ritmos ainda soviéticos, havia quase 45.000 abortos (frente a 34.000 nascimentos vivos). Em 2011 os abortos eram 7.000 ao ano.
Do marxismo ao karatê e o yoga
A história de fé de Stankevics é a de alguém que busca contra-corrente.
Na infância deixou a fé católica de sua mãe e assumiu os ensinamentos, com aparência tão científicas e racionais, do marxismo que lhe ensinavam na escola.

Propaganda soviética em letão
“Na época soviética nos lavaram o cérebro com a ideologia e acreditei no marxismo”, explica rindo para a revista bielorrussa Cerkov.by. “Esta ideologia nos livros ficava muito bem, como teoria, mas sua encarnação na vida real era terrível. Com o tempo decidi seguir buscando com ajuda da ciência. Deram-me para escolher como campo profissional entre a física nuclear, a cibernética e a inteligência artificial. Escolhi esta última”.
E aprendendo o que é a inteligência leva a aprender o que é a alma. E o homem.
Também notava na natureza: havia escalada e passeava pela montanha. Uma vez esteve 21 dias viajando a pé pela natureza, dormindo sempre no chão em saco de dormir. E notava que havia algo mais.
Entendeu que o material não é tudo, que havia um mistério, algo sagrado e transcendente, na existência.
“Alguns flashes deste mistério os entrevi quando comecei a fazer karatê. Sua filosofia me levou ao yoga, e ali descobri o que negava o marxismo: descobri que há uma dimensão espiritual na existência”.
Não lhe interessava o cristianismo, que apenas conhecia e lhe parecia algo velho e caduco. Pensou que as religiões orientais marcavam o caminho. E se focou no yoga.
“Praticava o yoga muito a sério. Cada dia praticava, sentado na posição de loto. Porém depois de alguns anos entrei em crise. Entendi que Deus existia, sim, mas que não podia conectar-me com Ele. O yoga não me ajudava a conseguir este objetivo. Passavam os anos e continuava longe de conseguir. Nesse momento me encontrei com alguns jovens cristãos, de distintas denominações, que estavam juntos no grupo Ecumena, primeiro em Moscou, depois em Riga. Entre eles me senti conpreendido”.
Todo yogui busca um Mestre, alguém que lhe ensine como contactar com o absoluto, com a iluminação. E o jovem Stankevics decidiu tomar como mestre a Jesus.
“Senti que o Mestre que eu em vão buscava no yoga e através do qual podia aproximar-me de Deus era Jesus, o Cristo”.
Avisando a Juventude Comunista
Assim começou sua aproximação da fé cristã. Durante 10 anos foi um jovem engenheiro, que lia livros sobre o cristianismo e crescia na fé.
Em certo momento, como era membro do Konsomol, a juventude comunista, teve que tomar partido, ou melhor dizendo, deixar o partido.
A princípio muitos colegas engenheiros o viam como alguém peculiar, um “crente”, mas sem pressioná-lo. Finalmente foi ao comitê do Konsomol e declarou que suas crenças eram contrárias aos estatutos da organização e que acreditava em Deus. "Aí veio o pânico", recorda.
Tentaram lhe convencer de que o que enobrece ao homem é acreditar no partido, não em Deus. Como ele não cedia, o tiraram da militância.

Jovens do Konsomol letão desfilavam orgulhosos em Riga, na década de 80, com seus uniformes de Fusileiros Vermelhos Letões... hoje a simbologia comunista, como a nazista, estão proibidas na Letônia
“O comunismo se equivoca sobretudo na compreensão da pessoa”, explica anos depois Stankevics. “O comunismo vê o ser humano como um cruel produto da matéria. Por que caiu o socialismo? A economia foi só uma causa secundária. Na realidade, era o homem que se afogava por falta de ar!”
Em 1990, caiu o Muro de Berlim e independentes os países bálticos, começou a estudar teologia em Lublin; foi ordenado sacerdote em 1996, continuou seus estudos em Roma e em 2010 Bento XVI o nomeou Arcebispo de Riga.
A ideologia do prazer e o materialismo
A situação atual é também época de desafios. “Até então o ateísmo era teórico, agora vivemos um materialismo prático”, lamenta. Condena “a ideologia do bem estar, da carreira pelo poder, a riqueza, o prazer. Tragamos sem pestanejar porque não tínhamos fundamentos espirituais”, explica, aludindo aos países pós-soviéticos.
Defendendo o celibato
Stankevics defende a tradição da Igreja Católica do celibato sacerdotal, que é estranha para os letões luteranos (25% da população, com pastores casados) e para os ortodoxos ( 35%, com monges e bispos celibatários mas que ordenam párocos a homens casados).
“A lógica do celibato é simples: Jesus não era casado, era completamente dedicado à vontade do Padre Celeste”, explica. “Quando uma pessoa aceita esse chamado, quando assume conscientemente este sacrifício, se torna fértil, isso se converte em um carisma. Porque pelas próprias forças naturais não podemos, só Deus com sua graça nos torna capazes. O homem casado serve, antes de tudo, a sua família. Não tendo família, pode dedicar o melhor à paróquia, à diocese, ao povo”, assegura o arcebispo.
Que as pregações sejam entendidas
Stankevics assinala que um problema comum na “cristandade” atual é que hoje “o idioma da pregação deve aproximcar-se das pessoas”, que faz falta talento e dar “sermões anunciadores”.
“Se o número de paroquianos não aumenta, o sacerdote deveria refletir. Por que? O povo muitas vezes não recebe um alimento espiritual adequado, não se sente acolhido, sente frio no templo, o amor é resfriado”.
E explica qual é sua prioridade hoje: “Meu objetivo estratégico é o renascimento espiritual da Letônia, convido a cooperar e considero aliadas todas as pessoas de boa vontade”. Isso inclui os ortodoxos: “não somos competidores mas aliados. Há tantas pessoas sem fé que temos trabalho suficiente na salvação dos perdidos”.
(Com material de Grani.lv, LifeSiteNews, Pribalt.info e Cerkov.by)
Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:
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